Aos homens ordenou que navegassem Sempre mais longe para ver o Que havia. E sempre para sul e que indagassem O mar, a terra, o vento, a Calmaria Os povos e os astros E no desconhecido, cada dia entrassem.
S.Mello Breyner Andresen
Esse teu poema invoca aquele que eu acho que seria o espírito dos portugueses responsáveis pelos descobrimentos. Também eles deveriam ter esse desejo de conhecer outros sítos, adquirir novos conhecimentos, ver coisas nunca antes vistas, escutar melodias diferentes ... Quem sabe em cada um de nós ainda haja um pouco desses antepassados e partilhemos tambem esses desejos. Acredito que sim... Bjinhos
3 comentários:
Também eu gostava de ser o vento...
bonita foto, dá a sensação que foi o vento que a tirou...
jokas
Boa foto... E é porque eu tenho vertigens. Se não tivesse talvez a achasse mesmo muito boa:)
Beijos
O Infante
Aos homens ordenou que navegassem
Sempre mais longe para ver o
Que havia.
E sempre para sul e que indagassem
O mar, a terra, o vento, a
Calmaria
Os povos e os astros
E no desconhecido, cada dia entrassem.
S.Mello Breyner Andresen
Esse teu poema invoca aquele que eu acho que seria o espírito dos portugueses responsáveis pelos descobrimentos. Também eles deveriam ter esse desejo de conhecer outros sítos, adquirir novos conhecimentos, ver coisas nunca antes vistas, escutar melodias diferentes ...
Quem sabe em cada um de nós ainda haja um pouco desses antepassados e partilhemos tambem esses desejos. Acredito que sim...
Bjinhos
Enviar um comentário