terça-feira, 30 de julho de 2013

Tão verdade... tão real

O que está escrito no texto que vos coloco aqui o link... é uma espécie de murro no estômago. Um murro seco e agri-não-doce. Por alguma razão tornei-me um bocadinho assim. Especialmente com uma pessoa em especial. Especialmente com uma pessoa ela própria muito especial (porque qualquer outra não o suportaria como esta o fez e faz). Eu antes era, ou achava que era, super descontraída, não gostava de fazer planos para nada, vivia descansadinha (apenas e só com os meus infinitos conflitos internos que fazia questão de manter só para mim), era tolerante, toda na paz e amor... mas de há um tempo para cá tornei-me (ou talvez se tenha agravado uma coisa que até já existia mas subtilmente) uma grandessíssima intolerante. Irritadiça. Zangada. Frustrada. Por vezes vejo que estou intransigente. Não tenho paciência para as coisas. Fico farta muito depressa. Cansa-me ouvir e falar sobre quase tudo. Expludo. Faço "31 por uma linha" ao mínimo desvio. Porque, por outro lado, tenho sempre imensa coisa (que arranjo) para fazer. Ora, sem tempo e com listas de tarefas intermináveis em mente a nossa cabeça entra em modo bomba-relógio. É impossível manter-mo-nos equilibrados nesse estado. E pronto.... o resto é conversa... quem sofre é quem esteja mais perto de nós e com quem nos sintamos mais à-vontade. 
No entanto eu fico contente com uma coisa. Tenho consciência disto. E sei quando estou a fazer mal. Isso é bom, não porque me faça sentir ainda pior como efectivamente faz, mas principalmente abre-me a porta para tentar resolver a situação. Respirar fundo, parar um bocado, relaxar e arranjar forças para mudar. Mudar para melhor (sim porque para pior já temos o Governo...:D). Mudar para ser mais feliz e poder fazer mais felizes aqueles que sempre me apoiam e me amam mesmo quando eu lhes estou dando murros, no estômago. Sei muito bem quem são e o que são. E nunca esquecerei isso.


Adenda: Acrescentar às tarefas investigar de onde vem a expressão "31 por uma linha" e já agora o "tempestade num copo de água" que há-de ser sinónimo.

Actualização - ora bem. Parece que para além de intolerante e intransigente também ando confusa! A expressão "31 por uma linha" não existe. Embora seja uma coisa que até diga bastantes vezes.... ooops! Existe sim "30 por uma linha" e diz que significa uma carga de trabalhos.... http://aldacris.wordpress.com/2008/12/18/fazer-trinta-por-uma-linha/

Tal e qual

Afinal não sou a única que adorou a experiência de estar no aeroporto a ver as chegadas, a imaginar estórias de vida, de viagens, a apreciar as recepções dos amigos e familiares, a presenciar cenas de carinho, saudade e alegria....e algumas de extrema sensualidade.... :) Aquilo é giro. Um corropio de gente diferente vindas dos mais variados sítios e pelas ainda mais diversas razões. Um mimo para voyers e sonhadores! 

WTF?!

Segundo notícias na net a Kim-cu-gigante-Kardashian e o seu Kanye-cachorrinho-abandonado-West compraram uma mansão e estão a tratar de mobilá-la com.... preparem-se....entre outras coisas: 4 sanitas banhadas a ouro, 6 camas de luxo exclusivas....e... sim... 1 frigorífico com... diamantes Swarovksi. WTF?!

Mas quem é que no seu perfeito juízo e mesmo tendo todo o dinheiro do mundo deseja e compra este tipo de coisas? Para quê? Pergunto-me eu.... Cada pessoa tem o direito de gastar o seu dinheiro como bem quiser e cada um tem também o direito a ter as excentricidades que quiser desde que não incomode ninguém... Mas mesmo assim. Isto é extremamente complicado para mim. Entender em que tipo de cabeça é que cabe a utilidade vs luxo deste tipo de artigos. A sério... não quero chamar-lhes fúteis até porque isso seria muito ligeiro. É algo mais que isso. É algo muito mais descabido, desproporcional e.... ridículo.

O que fariam se tivessem todo o dinheiro do mundo?

sábado, 27 de julho de 2013

Diana

E, na sequência do post anterior, aqui fica a minha homenagem à Princesa Diana. Tudo bem que a gente (do povo) só os vê nas revistas e na tv e que eles nem sempre são o que parecem mas eu sempre gostei muito da princesa Diana. Não sei explicar. Era o jeito tímido dela aliado a uma luz que ela emanava. E a beleza serena que inspirava. Não tinha sangue real mas tinha o porte que muitos da realeza não têm. Ou se nasce ou não se nasce com ele. Estas eram e continuam as minhas fotos preferidas dela e filhos.


Royal baby

Gosto mesmo deste casal. São simples, naturais.... são reais (e não apenas no sentido de pertencerem à realeza!)! E acho que é essa inesperada normalidade e naturalidade na realeza que os torna ainda mais queridos e especiais. E o amor deles já deu rebentos!
Tenha(m) muita saúde e sorte! Felicidades para eles e para o baby George Alexander Louis que nasceu esta semana.


Dream, dream, dream

Vi esta imagem algures na net e.... digamos que não me importava nada de morar aqui. Tinha era de ter também uma área bem jeitosa para semear e ter a minha hortinha. Era SÓ isto! Gosto muito.


Que vos parece? Bem? hummmm Por supuesto!

Update - Gato (mais lindo e especial do mundo) Malandro

Não tenho falado aqui do Malandro. Para quem não se lembra é o tal gatinho que, já fez 2 anos, me apareceu no meio da estrada e me fez travar a fundo e sair disparada do carro com medo de lhe ter feito algum mal. Mal sabia eu que não ia ser capaz de o deixar ali à beira da estrada. E foi assim que este felino entrou na minha vida. Os primeiros tempos custaram um bocado, principalmente porque nunca tinha ambicionado ter um gato em casa e acima de tudo porque tinha medo (sim.... ME-DO!!). Passado esse tempo em que nos fomos "adaptando", posso afirmar que o Malandro já faz parte integrante do meu dia-a-dia, da minha casa. É-me muito difícil sequer imaginar chegar a casa e não o ter logo pronto à porta a receber-me ainda a espreguiçar-se e a bocejar (que inveja que eu tenho da vida de lord que ele leva!!!), de o agarrar, pegar ao colo e andar com ele pela casa, e de lhe dar beijinhos e cheirá-lo (sim, e isto eu nunca sonhei, mas o meu gato nunca tomou cá banhos de água e shampoo, é um gato à "antiga" que se lava com a própria língua, e sabem que mais? nunca cheira mal. Tem até um cheirinho bom e que eu distingo e gosto bastante.). De resto em casa corre praticamente tudo bem. Ele é super meigo, brincalhão, às vezes amua quando o repreendo, gosta de dormir no cesto da roupa (o que...não dá muito jeito mas enfim...), à hora de almoço leva o tempo todo a roçar-se nos móveis da cozinha na esperança de apanhar qualquer coisinha que não seja a ração seca, passa-se da cabeça quando há peixe a cozinhar (acho que ele acha sempre que é para ele....lol), às vezes desarruma os tapetes todos da casa quando anda na brincadeira a correr de um lado para o outro, continua a teimar subir para cima da cama à noite, começa a brincar às 6 da manhã, gosta de me fitar....é uma alegria!... Acima de tudo adoro-o porque....é o meu Malandro... :))))
É grande e adulto mas tem muitas coisas de como quando era um bebé. Gosta muito de dormir no meu colo e assim tal qual vos mostro nesta foto. Fica tão descansadinho e tão fofo que até dá pena acordá-lo. Já aconteceu eu precisar de ir fazer qualquer coisa mas atrasar isso para não o acordar logo...) ihihihi isto só quem tem animais e que os ama é que percebe! :)


domingo, 21 de julho de 2013

Just to say...


Obrigada... por tudo :') Pela entrega, pela generosidade permanente, pela boa-disposição e alegria que tanto me ensinaram, pelo brilhinho no olhar ;), pelos tiques que não sabes mas me pegaste (!!! e são bons!), pelo que me ensinaste, por esse abraço que se faz sentir sempre que fecho os olhos, pela coragem que tiveste para abrir esta porta e manteres-te imóvel e persistente perante as piores tempestades, pela partilha e paciência sem limites, pelos cozinhados que surpreendentemente inventavas e estavam sempre maravilhosos, e acima de tudo pelo amor imenso que consegues sentir na vida.

Once upon a time...

Era uma vez...

uma menina que tinha um problema.
Primeiro que tudo a questão principal era tentar perceber que problema era esse e se se tratava efectivamente de um problema.
Uma situação um tanto ou quanto "Kafkeniana"!
Mas como é que ela podia saber uma coisa dessas?
Consultou o dicionário.
"Problema - substantivo masculino; Questão matemática proposta para se lhe achar a solução; Questão, dúvida; O que é difícil de explicar."
Pois...era precisamente isso. Difícil de explicar.
Mas isto estava a incomodá-la muito. Estava até a interferir na sua relação com os outros, na escola, em casa. Já nem tinha apetite nem dormia muito bem.
Esta não seria propriamente uma questão matemática (embora muito friamente e na verdade nós sejamos apenas o resultado total da soma de uma data de coisas!) mas pelo menos aí admitia-se que haveria solução.
Menos mal.
Agora era preciso era identificar bem o problema. E então depois solucioná-lo.
Pensou, pensou... e nada.
Decidiu que era melhor não contar nada a ninguém. E viver como se nada fosse. E o mais independente possível para ninguém sequer desconfiar, não que ela tinha um problema, mas que ela pensava ter um problema.
Pensou mais e mais.... e nada.
Era mesmo difícil explicar certas coisas.
E continua a ser.
E passa o tempo. Rápido como só ele consegue tão, inconvenientemente, ser.
Esta menina está a crescer e continua sem saber nada acerca daquele problema. Está bem escondido o maroto! Mas sempre presente. Como uma sombra que teima em não a largar.
Já teve ajuda. Uma ajuda especial que quase quase a levou a perceber a questão, o tal problema.
Mas ela não conseguiu abrir a mente e o coração para deixar-se aprender o que precisava.
Precisava começar a saber o que quer de verdade e que o tempo urge. Porque hão-de haver coisas que não voltam mais.


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Pronto acusem-me de monótona mas eu gosto destas músicas! Muito!

E... não, não tenho vergonha nenhuma de dizê-lo, e ouvi-las vezes sem conta! Modo: Repeat ON! Yap!

Induzem-me a um estado ele próprio indutivo, reflectivo, introspectivo, sereno. A um estado de paz e união. De compreensão. Mais perto de mim própria, do meu ser, e simultaneamente mais perto de todas as coisas que sei serem as essenciais. 
Quem ler isto assim tem todo o direito a pensar "olha mais uma armada em esotérica parva com discursos  baratos de auto-ajuda e parvoíces pegadas sobre coisas que não servem para nada ". Talvez, mas assim como têm direito a ter essa opinião também eu tenho direito a ser assim, e acima de tudo não é por isso que deixo de o fazer e simultaneamente ser uma rapariga "banal". Com muito gosto!  Tenho a par desta uma vida "banal" como quase toda a gente, com o mesmo tipo de preocupações no dia-a-dia, as contas, o trabalho, o futuro, a família, atenta ao que se passa no meu país e no mundo. Mas sempre gostei de pensar no que estaria por detrás das coisas. No que encontraria ao tirar o véu da visão habitual. E isso não faz de mim uma arrogante ou pretensa sábia. Muito pelo contrário. Quanto mais penso e sinto a claridade das coisas, mais humilde me torno perante a grandiosidade e beleza do amor, da vida e da beleza. Quanto mais nos é permitido ver desse lado, deste outro lado mais nos apercebemos do quão pouco sabemos. E também que não importa o que os outros pensam ou digam. Eles têm o caminho deles. Eu tenho o meu.

Esta música fala precisamente de se esperar. De se esperar pela luz que nos leve para a imensidade das coisas na infinidade do tempo.

Eu também quero!

Se ela pode (consegue) eu também quero (conseguir)!

Sabiam que a letra desta música que eu tanto gosto é de uma língua "inventada" pela artista Lisa Gerrard e portanto uma linguagem idiossincrática? Que magnífico e especial ter o nosso próprio dialecto... Segundo a artista é a linguagem que ela usa desde os 12 anos para falar com Deus. Podemos não conseguir perceber exactamente o que ela diz, podemos não conseguir interpretar toda a mensagem, mas uma coisa é certa, esta linguagem tem uma métrica e uma fonética muito harmoniosas e portanto....digam o que disserem...é música para os meus ouvidos.
Há traduções espalhadas pela internet. Não sei até que ponto corresponderão à verdade. Acho que o importante a reter é que não é preciso perceber, apenas sentir.


Quando eu era pequena (e hoje em dia ainda o faço mas muito raramente...acho que ando mais afastada desse mundo) costumava falar uma linguagem que nem eu própria percebia. Passei a acreditar que se travava apenas de parvoíce!! (:D) Apenas sei que tem muitos sons de a´s e ê's e p's e l's e fala-se num tom muito suave, é parecido ao árabe mas mais fluído. Talvez seja uma mistura de todas as línguas que já tenha ouvido ou experimentado. Eu sei que quando durmo ou sonho falo isto, e às vezes apercebo-me que estou a fazê-lo mas... não sei o que quer dizer. Percebo que são coisas profundas mas não consigo traduzir. É a MINHA linguagem! 
Será que cada pessoa tem a sua linguagem? Será que existe uma linguagem (surda) universal que todos sabemos mas que por imposição daquelas que nos são ensinadas nas culturas e países em que nascemos e vivemos acabamos por esquecer? Talvez a Torre de Babel e as diferentes línguas entre os povos seja  um enigma extremamente fácil de resolver. Talvez!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

ihhhhh....Fofinho


Gosto muito (muito, muito mesmo!) desta imagem. Hoje estou para fofices (com "o"... :O) pois claro!

"Não compreendo as mulheres"

Sim, as mulheres são (conhecidas por serem) bichos do mais complicado, agreste, mal-humorado, neurótico, irritadiço, e humanamente (masculinamente falando pois claro) incompreensíveis! Sim, somos esses seres maravilhosamente complexos e interessantes! Mas serão mesmo assim?! Não interessantes porque isso está (cientifica e sabe-se-lá-mais-de-que-forma) confirmado mas serão assim tão chatas como a descrição acima? Bien bien... Há um blog que leio com frequência e que acho super interessante porque o autor coloca diálogos dele com amigas/conhecidas/namoradas e disserta acerca das relações, dos sexos, das trivialidades da vida que a fazem tão única e especial. Fica aqui a dica para visitarem e confirmarem se já não tiveram diálogos daqueles, pensamentos daqueles. Gosto imenso da ideia que fica no ar depois de o lermos um pouco: que as mulheres são....estranhas... mas maravilhosas! Check!

http://naocompreendoasmulheres.blogspot.pt/

O autor é escritor, entre outras coisas, e tem um sítio na net. Aqui está ele: http://www.ivarcorceiro.net/