domingo, 26 de outubro de 2014

É este o espírito certo

Natiruts - Liberdade pra dentro da cabeça 

As piores epidemias da História

Notícia interessantíssima (mesmo!!) sobre as piores infecções/doenças que afectaram o mundo ao longo da história e os seus efeitos a nível de mortalidade (entenda-se... eficácia da doença!).
Ajuda a perspectivar todo o alarme que hoje em dia se gera em volta de algumas ocorrências.

http://news.nationalgeographic.com/news/2014/10/141025-ebola-epidemic-perspective-history-pandemic/?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_content=link_fb20141025news-ebolaepide&utm_campaign=Content&sf5428199=1


"Ebola is the latest in a long list of infectious disease outbreaks that have plagued humankind. The worst become pandemics, sweeping across continents and killing as many as tens of millions of people.



Today, nations are struggling to get Ebola under control. This week saw New York City's first case, while the World Health Organization declared Nigeria and Senegal free of Ebola.
How much higher this epidemic's death toll might climb remains to be seen. In late September, the U.S. Centers for Disease Control and Prevention estimated that in a worst-case scenario, the total number of cases (not deaths) could reach 1.4 million by late January.
Graphic of disease throughout history.
JASON TREAT, NGM STAFF; EDWARD BENFIELD. SOURCES: WHO, CDC, DOCTORS WITHOUT BORDERS, PDQ PUBLIC HEALTH, CENTER FOR INFECTIOUS DISEASE RESEARCH AND POLICY, UNIVERSITY OF MANITOBA, HARVARD UNIVERSITY, UNIVERSITY OF CALIFORNIA, LOS ANGELES
  1. Plague of Justinian (541-542):This bubonic plague outbreak spread throughout the Byzantine Empire but centered on the Mediterranean region. It halted the reconquest of lands once part of the Roman Empire.
  2. Cholera: Cholera pandemics started in India in the 1800s. The seventh outbreak (still ongoing) started in Indonesia in 1961 and spread across Asia, the Middle East, and Africa.
  3. Flu: Influenza pandemics have flared up several times and likely will again, as flu viruses mutate into new strains.
  4. Typhus epidemic of 1847: Massive numbers died in Ireland. Others, fleeing disease and the famine of 1846, died in "coffin ships" and upon arrival as immigrants to U.S. and Canadian ports.
  5. Great Plague of London (1665-1666): The last in a long series of London bubonic plagues that started in 1499, this epidemic killed about 20 percent of Londoners. It started to subside in early 1666 and finally ended after the Great Fire of London later that year.

Boa semana minha gente!


Uma das coisas mais importantes que temos de fazer na vida é isto. Aprender a controlar a nossa própria mente. Porque ela é tão mais libertina e exagerada do que nós devemos ser. A minha tem tendência para a dispersão, para o sonho, e às vezes para o caos. Quando estou mais cansada sei que tenho de ter especial cuidado com o que me deixo pensar e por conseguinte fazer e ser. Aí está a grande muralha para caminhar ao longo da vida... orientar a nossa mente de forma cuidadosa e simultaneamente segura, para que consigamos chegar onde desejamos, sem demasiado sofrimento e sem nos perdermos demasiado também...
O cérebro é um órgão. Exercite-o. A mente é uma caixinha de pandora. Cuide bem dela se não quiser ter surpresas desagradáveis. E se quiser ser feliz.

Beijinhos a todos!
Boa semana!

Novidades da horta

Aqui a hortelã anda com planos de transformar a horta num pomar. E aí não sei como me denominarei... :) Mas até lá... continuo tendo e semeando outras coisinhas. Este fim-de-semana foi de trabalhar a terra. Estrumar. Tirar ervas daninhas. Transplantar. Cuidar aqui e ali. Semear coisas novas. E regar!! (esta é a parte mais divertida, especialmente com o calorão que esteve!!!)

Mangericão que nasceu e cresceu de surpresa! Fartei-me de semear manjericão e acabavam por morrer. Aqui neste sítio deve ter caído uma semente qualquer que... vá-se lá a perceber porquê... resolveu vingar! E está uma beleza! :) E é tão bom para saladas e massas! nham nham

Estive a plantar framboeseiras. Vamos ver como corre. Não estou muito confiante, confesso... :P

Este é o fruto de uma planta trpadeira que me deram há uns tempos. É chuchu! Nunca provei nem nunca usei na comida. Dizem que substitui na perfeição a batata na sopa. Ainda não sei. Estão agora a crescer. Depois, se conseguir colher algum, digo!

A minha clementineira está pequena mas viçosa! Lá atrás os meus precious... morangueiros ;))) AMO morangos!

Tenho uma roseira lindíssima. Para além de afastar bicharocos indesejáveis na horta... é linda. Eu adoro rosas e por isso dá-me imenso prazer vê-las, cheirá-las... Estas são vermelhas escuras. Quase parecem veludo. :)))

Sim, ainda tenho abóboras a (tentar) crescer. Bem sei que não é tempo bla bla bla mas eu nunca sigo à risca o borda de água e tudo o que dizem. Gosto de fazer experiências e ver in loco como correm as coisas. O ano passado não me correu nada mal com as batatas doces. Veremos com as abóboras. :)

 Mais uma vez os meus mais-que -tudo. Morango power!!! Yeahhhhh! (Algo me diz que eu ainda me vou tornar na baronesa ou imperadora dos morangos... esperem para ver!!! ) muahhhh

Hortelã-menta. Erva-cideira. E salsa! E um bocadinho de espinafres ali à direita!

Couve caldo-verde.

Alho francês. Alhos. Couves. Abóbora. (sim é a loucura!!!)

Oregãos.

Rúcula selvagem.

E... foto resumo do fim-de-semana hortelão. Estrumar, estrumar, estrumar. :))

Malandro & Xaninha - Update da miau-história

A Xaninha está grande. Está uma comilona, muito curiosa e enérgica. E respingona. Não gosta de ser repreendida. É... gata, pronto! Muito senhora de si e do seu nariz!
O Malandro está um "chega-pra-lá"... continua lindo e fofo como sempre, mas está com um feitio muito especial... Compreendo-o perfeitamente na parte em que ele afinal gosta é de estar sozinho, na dele, descansado, e sem mais outros da sua espécie a chatear. Ele deve achar que ela é uma intrusa e por isso não tem obrigação de aturá-la. Comigo ele continua muito afectuoso mas faz muitas queixinhas da nova inquilina... :S
Ela, por seu lado, quer é brincar e meter-se com ele. Desafia-o a toda a hora, persegue-o, morde-lhe o rabo.... Enfim.... é vê-los frequentemente enrolados um no outro a brigarem ou a brincarem (nem sempre se percebe bem!) ou então a perseguirem-se mutuamente. O ambiente tem estado portanto... muito animado.
Quando estão a dormir, aí sim. Parecem os gatos mais calmos do mundo. Mas mesmo assim não dormem juntos (ela quer mas ele não! :S) Depois quando acordam volta tudo outra vez. É uma aventura... ou antes um filme de acção. Muuuuita acção!!

Aqui vão umas fotos dos actores principais:

Isto foi o mais perto que já dormiram...


Assim com uns bons 15 a 20cm de distância sim... aguentam-se um bocadinho...


Ele está sempre a cheirá-la. E se por um lado não gosta de a ter muito perto, por outro não se aguenta sem ver tudo o que é que ela está a fazer. Deve ter veia de fiscalizador. Ou isso ou anda a fazer-se difícil e afinal gosta muito dela!


Ela é super fotogénica... :)

Ah ah... apanhado em flagrante a dormir numa cama que não é a dele!! Não sei qual a fixação dos gatos em dormir nas camas dos humanos. É que assim que conseguem saltam logo para lá e afofam, afofam e adormecem profundamente. São uns reis!!

Perspectiva de cima... dos ditos cujos: ;)))

Olhem só o tamanho que ela já tem e ainda só com 7 meses!! Algo me diz que ela vai ser uma gatona!

E depois... ela é muito apegada quando quer dormir. Gosta muito de sentir o cheiro e calor. Se eu a deixasse ela levava a vida colada a mim. Tem especial predilecção pelas minhas roupas. Mama e afofa, afofa e mama na minha roupa, até adormecer. E assim fica, como se estivesse a dormir nas nuvens! Muito relaxada e calma. Tento não a acordar mas nem sempre posso estar com ela assim ao colo. Nunca gostei de acordar quem dorme. Com os gatos sou igual. Custa-me ter de tirá-los daquele sono profundo.

Sempre muito abraçadinha a mim :)

Et voilá... acordou!

Mais updates quando possível!
Gostava que da próxima vez que o fizesse já fosse para dizer que eles dormiam juntinhos e já era sempre tudo muito pacífico. Penso que para lá caminhamos. Espero que sim. ;)

miaaaau!

sábado, 25 de outubro de 2014

In my wildest dreams...

Nos meus sonhos mais selvagens sou eu e não sou. Frequentemente sonho que posso voar. Não tenho um corpo definido ou certo. Apenas tenho sensação. Não tenho medos. Apenas sei que sou eu, não importa como. Não sinto inseguranças. Nem obstáculos. Não sou nem humana nem animal. Sinto que posso voar, posso jogar-me num abismo e sei que não me vou magoar, e posso fechar os olhos e nadar sem rumo certo. E sentir o mundo. Sentir vida. Sentir uma força inexplicável. Essa sensação, muito semelhante à adrenalina, também  não tem descrição definida ou certa. É um sentir poderoso, invencível, avassalador e maravilhoso.

Adoro andar de bicicleta. E gosto sempre de arriscar um bocadinho. Talvez porque sempre procuro aquela "sensação". Gosto de caminhos tortuosos e difíceis.
Antes aventurava-me mais... À medida que o tempo vai passando, vamos sabendo mais e ironicamente vamos tendo mais medo das coisas, do que nos possa acontecer, do que nos possa magoar. Será então que aquela "sensação" é inerente ao ser jovem?! Se sim, então eu quero ser jovem para sempre. Abdico de tudo quanto creio ter aprendido até aqui se isso me fizer voltar a ser indomável, destemida e aventureira. Cada dia valia tão a pena... :) 

Ao ver este vídeo arrepiei-me. É de cortar a respiração. É louco e desafiante. 
Nos meus sonhos mais selvagens era isto que eu queria fazer numa simples bicicleta... :D

Curvo-me a esta coragem e ousadia.

Danny Macaskill: The Ridge

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Bom Fim-de-Semana!!


Esta imagem é dedicada ao tempo. Esse grande maluco... doido, esquizofrénico, depressivo, monótono, alegre, tristonho, extrovertido, frio e quente. Bipolar portanto...

Tenham um excelente e quente fim-de-semana!

Eu bem gostaria de estar numa praia algures, a aproveitar o sol e o mar. Não o podendo fazer... olhem... vou curtir o sol... na horta!!! ahahahahah tenho de transplantar os meus queridos morangueiros. Espero que o tempo não esteja portanto demasiado quente... se não venho de lá "esbrazeada"!!

Beijinhos

domingo, 19 de outubro de 2014

Mais fotografias no Perspectiva - Fotos! Dêem uma espreitadela!

De tempos a tempos lá vou colocando mais umas perspectivas fotográficas dos sítios a que vou, das coisas que vejo e como as vejo. E agora voltei aos velhos tempos em que levava a máquina fotográfica para todo o lado! Estou a aprender coisas novas a nível da Fotografia Digital e estou a redescobrir  o mundo que é a Fotografia! Visitem o meu Perspectiva - Fotos!
Já lá estão mais umas fotografias. Dêem uma espreitadela! Espero que gostem! ;)









Modo repeat ON

É que esta música é linda, linda, linda...

Jonh Legend - Tonight

Fofuras... bom final do Fim-de-Semana!



Ai mãezinha... serei só eu que acha que o fim-de-semana passa demasiado depressa?! Este está a ser bom e produtivo. Já deu para trabalhar na horta, fazer umas caminhas de inverno que já imenso tempo andava a planear para os meus gatinhos, pôr o blog de fotografia mais ou menos em dia com algumas das últimas fotos que tenho tirado, deu para planear um eventual projecto novo e muito criativo, deu também para sair e ouvir boa música, deu para conversar, para ver na televisão algumas coisas que tinha perdido, e... for last but not least... para abraçar! E que bom é abraçar e ser abraçado... :) E também deu para descansar um bocadinho, o que é óptimo!

Como é que eu sei se estou feliz? Quando sou criativa e vejo soluções naquilo que à partida pode parecer um obstáculo. Quando fecho os olhos, sinto serenidade e sorrio, só porque sim!

Beijinhos!

Tenham uma boa semana. Que vai estar com cheirinho bom a Verão! :))))))))

Time Lapse

Time Lapse é uma técnica de fotografia em que as imagens são capturadas de forma seguida e sequencial. Basicamente é colocar a câmara fotográfica a tirar fotos continuamente e depois agregar tudo e ter um vídeo. Mas não é um vídeo normal. Permite ver imagens e sequências que normalmente não conseguiríamos dado que o nosso olho e a nossa percepção não consegue acompanhar esses movimentos aparentemente imperceptíveis (como o movimento das estrelas, das nuvens, etc). Para mim esta é a melhor descrição de time lapse e por essa razão acho que faz mais sentido fazer esta técnica com momentos ou situações que decorram muito lentamente ao nosso olhar normal e depois conseguirmos ver na sequência de imagens as enormes alterações por que passou em milésimas de segundos!

Aqui estão uns time lapse que achei espetaculares:



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cantares bonitos da minha terra e das minhas gentes

Tenho orgulho e imenso prazer em ser do Alentejo. Por várias razões. Uma delas é pela música e pelos cantares desta terra, que me enchem o coração e me fazem sentir em casa. A música popular é que mais perto nos coloca das nossas origens.
É o cante alentejano... profundo. Em todos os sentidos... profundo.

Eu ouvi um passarinho



Ao passar a ribeirinha
(esta música faz-me lembrar o meu querido tio... de quem sinto muitas saudades... de o ouvir cantar e ensinar-me as músicas que gostava)




Ó rama, ó que linda rama 

Vou-me embora, vou partir

Fui-te ver, 'stavas lavando

Se fores ao Alentejo

e tantas, tantas outras....

E, já agora.... fica também esta bonita homenagem à terra, ao Alentejo...

Dulce Pontes & Os Ganhões de Castro Verde - É Tão Grande o Alentejo

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Fofuras... Boa Semana!

Tenham uma boa semana!
O tempo não vai estar para lá de maravilhoso... Mas aproveitem o facto de terem  a possibilidade de apreciar o tempo e todas as outras coisas, e não apenas o tempo em si!
Sejam muito felizes!

sábado, 11 de outubro de 2014

Ah pois'é! Perspectiva...


Surrealidades do meu dia-a-dia #5

Imaginem-se a serem peões no trânsito. Peões num dia respeitador. A passar a estrada na passadeira. Quase a meio da passadeira um carro albaroa-vos, passa por vocês a alta velocidade, toca-vos na roupa e os vossos cabelos esvoaçam. O vosso corpo cai para trás. 
Tive tempo, numa fracção de segundo, de olhar para o condutor enquanto me atropelava.

Ele não parou.
Olhei para o carro a ir pela estrada fora. Vi que era um Renault Clio branco e vi a matrícula. Naquele momento de ansiedade e depois de confirmar que estava tudo bem comigo e tudo não tinha passado  apenas de um valente susto, repetia para mim mesma a matrícula que vi, para não me esquecer.
Nessa tarde desloquei-me à polícia.
Expliquei o sucedido. O carro não parou na passadeira que eu estava a atravessar e só não me magoou gravemente (dada a velocidade a que ele ia) porque, sem saber explicar porquê, algo me puxou para trás e eu inclinei-me ao mesmo tempo que ele passou por mim. Sabia qual tinha sido o carro, vi o condutor e tinha a matrícula.

Resposta da polícia... "não podemos fazer nada. Não temos provas de nada. Você nem ferida está! Só se tivesse lá um polícia a ver. Caso contrário é a sua palavra contra a dele."..e "visto não lhe ter acontecido nada... esqueça mas é o assunto".
Saí da polícia mais nervosa do que tinha entrado. E com vontade de chamar nomes àquela gente toda e a esta sociedade burocrática e hipócrita em que vivemos. 
Custou-me esquecer este assunto. 

Passados largos meses... a caminho de casa dos meus pais... vejo num bairro contíguo... um Renault Clio branco estacionado. Vejo a matrícula. -- - -- - -- Era a matrícula do carro que me atropelou. 
O que faço?
Não consigo deixar passar esta coincidência.

Vou ao pé do carro. Não está lá ninguém. Reparo nuns senhores sentados ali perto. Dirijo-me a eles. Pergunto se sabem de quem é aquele carro. 
Um deles levanta-se, vem para a minha frente e diz-me que sim. Que o carro é do filho dele. Perguntou se havia algum problema, num tom um bocadinho ameaçador.

Já que ali estava também não me ia acobardar agora. Respondi-lhe no mesmo tom que sim, havia um problema. O seu rico filho tinha-me atropelado no dia tal às tantas horas, na passadeira tal.

A expressão dele mudou. Quase o ouvi engolir em seco. Tirou a boina que tinha na cabeça, colocou-a ao peito em sinal de respeito e disse-me que ia chamar já o filho que estava deitado a dormir. Se ele tinha feito isso também ele, o pai, se ia zangar.
O senhor subiu as escadas do prédio, entrou em casa, e daí a pouco comecei a ouvir os dois a discutirem. O filho gritava que não queria saber de mulher nenhuma e que não vinha cá abaixo. O pai gritava-lhe... ai vais, vais!!!

E assim foi. Passado algum tempo, lá apareceu a besta em forma de puto (20 e tais anos) vaidoso e convencido. 
Muito agressivo comigo.
Disse que às vezes emprestava o carro a um amigo, que de certeza que não tinha sido ele, que nem lembra do sucedido... e basicamente deu a entender que eu era uma lunática.
Falei-lhe que tinha ido à polícia naquele dia.
"ai foi? pode ir. Faça queixa, não tou preocupado."
"Não, não fiz queixa. Não fiz queixa porque eu não quis. Porque tinha testemunhas por isso ainda posso fazer. Mas fique sabendo que não esqueci nem vou esquecer a sua matrícula nem a sua cara e um dia, quando matar uma pessoa, não se esqueça que foi avisado".

O rapaz olhou para mim... muito sério... e disse-me. "eu não me lembro, acho mesmo que não fui eu... mas desculpe."

Pronto, era só isto que eu queria. Um pedido de desculpas. Porque na estrada toda a gente tem distracções e afins.
Não é bem o caso deste rapaz porque passados uns dias volto a ver o carro (!!!) na cidade, era ele a fazer ultrapassagens que nem um doido. Deve ter as hormonas lá bem no alto. Tem mesmo aquela atitude estúpida de quem se acha o maior, o mais rápido e o mais forte. Uma criança portanto. O cérebro de uma criança num corpo de homem. 
Que é que se há-de fazer?! Este tipo de gente não vai lá com conversa nem tampouco com gritos, só aprende de uma forma... a bater com a própria cabeça nalgum lado. Desejo-lhe portanto sorte. Não na batida (que espero que ele dê!!) mas que não fique muito magoado e aprenda qualquer coisinha,

(sim... eu sei... quase que parece mal colocar aqui um elefante a ouvir um sermão do também inteligente senhor dom rinoceronte... visto tanto estes como aqueles serem seres extremamente inteligentes, coisa de que o tal rapaz não se abona nada. Perdoem portanto todos os elefantes e rinocerontes deste mundo!)

Surrealidades do meu dia-a-dia #4

Como já deu para perceber, de repente e na vulgaridade do meu dia-a-dia surgem acontecimentos e/ou encontros que começam de forma completamente inofensiva e por coisas mínimas e quando dou por isso transformam-se em autênticos filmes. Uns de curta, outros de longa (íssima!!) metragem. Só que não se trata de ficção. São coisas que me acontecem mesmo!! :S
Frequentemente me vejo dentro de histórias mirambulescas, rebuscadas até (!), com enigmas, com acontecimentos e reacções inusitadas, caricatas. Até à data não têm terminado mal... ficando apenas histórias para contar... mas lá que me deixam completamente enrolada e atordoada... lá isso deixam!
Se tiverem a sentir algum marasmo nas vossas vidas aproximem-se de mim! Mais dia menos dia acontece-nos uma aventura digna de tela de cinema!!

Ora bem, a surrealidade efectivamente acontecida (lol) que vos vou contar agora podia ter como título: "Estar no sítio errado, à hora errada, com a atitude certa e muitos mal-entendidos." Mas não... acho que se chama mesmo só "Ana Di presente"... pronto... isso só por si já implica que todo o desenvolvimento do acontecimento seja algo inesperado e enredante.


Ficou a história... e uma noite muito mal dormida!

Dia de semana. Dez para as quatro da manhã. Toca o meu telemóvel. Acordo sobressaltada e vejo que me está a ligar uma amiga, antiga vizinha, que vive noutra cidade, a cerca de 200 km daqui. Começo por pensar que deve ser engano ou algum bug do telefone mas atendo...
- Tou?!
- Sim, Ana... é a L..... podias-me dar o telefone de casa dos teus pais?!
(what?!!? atão mas esta rapariga liga-me a esta hora para me pedir o número dos meus pais!?!?!? deve estar choné!! Ou passa-se alguma coisa com os meus pais que eu não sei?!!? - foi exactamente isto que eu pensei naquele momento...)
- Sim posso L. , mas para que é que queres o número dos meus pais a esta hora?
- Ai Ana... preciso muito de falar com o teu pai. Para ver se ele pode ir ter com a minha mãe, que está à porta de casa e não tem chaves.
- O quê? Atão mas o que é que a tua mãe ta a fazer a esta hora à porta de casa, sozinha e sem chaves?
- Ela veio do serviço às 20h e quando chegou a casa apercebeu-se que não tinha as chaves. Ainda voltou ao serviço para ver se as tinha deixado por lá ou perdido no caminho mas não as encontrou. E para além disso... (fez um silêncio pesado...), ela não sabe do meu pai. Ainda não apareceu em casa e não sabe onde é que ele está. Isto nunca tinha acontecido. O mais tarde que o meu alguma vez chegou a casa foi à meia-noite!
- Ora bem... então olha lá... antes de ligares para os meus pais, não vale a pena estar a acordá-los, eu vou ter com a tua mãe e vamos ver do teu pai. Pode ser?
- Não Ana... não vás. É melhor ir o teu pai...
- Mas porquê? Estão com receio de alguma coisa em concreto?
- Não... mas entretanto a minha mãe ficou sem bateria, não consigo falar com ela, não sei bem o que é que se está a passar, e acho que me vou pôr a caminho.
- Não L. , não vale a pena vires. São 2 horas de caminho e isso não vai resolver a situação do teu pai estar desaparecido. Se encontrarmos o teu pai resolvemos também o problema da falta de chaves e a tua mãe entra em casa.

Lá me vesti. (Calças de ginástica, um casaquinho polar e a blusa do pijama por baixo!!lololol) Meia ramelosa meti-me no carro e abalei.
Quando lá cheguei, lá estava a mãe da L., veio ter comigo assim que ouviu um carro a chegar (pensava que era o marido...). Explicou-me que tinha estado sentada à porta de casa desde as 20h30. Sempre a achar que o marido ia chegar a qualquer momento. E quando passou da meia-noite e ele não chegou... teve medo e vergonha de chamar os vizinhos. Então ficou ali. E para ajudar à festa, a luz do prédio fundiu-se nessa noite e portanto a senhora esteve grande parte do tempo às escuras.
Pergunto-lhe onde acha que o marido pode estar. Com quem falou ele hoje. Até que horas soube dele e onde estava. Disse-me que não sabia nada desde a hora de almoço. Ela saiu para o trabalho e ele ia falar com um conhecido (ela não sabia do quê), mas esse conhecido era um senhor já velhote que às vezes o acompanha na horta. Não sabe bem o nome dele, apenas o apelido (R.), e acha que ele vive para os lados do cemitério.

Partimos então as duas à procura do desaparecido. Na minha opinião, ele, ou estava na galhofada com amigos e deixou passar a hora, ou bêbado e caído nalgum lado, ou então podia ter acontecido algo pior uma vez que ele não dava sinal de vida já há muito tempo. O senhor não só não usa telemóvel como o único número que sabe de cor é o número do telefone fixo da casa deles. Mais nada.
E isso já dava alguma pista porque a senhora, enquanto esteve sentada à porta de casa, diz que o telefone em casa tocava sem parar por volta das 3 da manhã. Quem seria? Seria o marido a avisar de qualquer coisa?

Comecei a ficar arrepiada. Fomos à polícia, hospital. Nada. Fomos a todos os sítios onde ele costuma ir com os amigos. Percorremos tudo mais do que uma vez. Nada.

Propus-lhe irmos à tal horta que o marido explora, podia ele ter ido para lá durante a tarde, estar sozinho como sempre e ter-se sentido mal. Ela aceitou, mas aqui sim fui acordar os meus pais porque a horta do senhor fica num sítio isolado e não me parecia boa ideia irmos sozinhas para lá àquela hora da noite.

Escusado será dizer que os meus pais acordaram assarapantados... A minha mãe pensava que era um ladrão a entrar-lhe em casa! O meu pai lá se vestiu à pressa e abalámos.
Antes de irmos à horta passámos mais uma vez nos locais que o senhor costuma frequentar. Et voilá! Encontrámos o carro dele. Bem estacionado. Bem fechado. Tudo muito normal. Estava estacionado perto do cemitério. Que é perto da casa do tal amigo (que não sabíamos onde morava, mas também é perto de um café, que àquela hora já estava fechado).
Percorremos as redondezas a pé e de carro. À procura dele... pois podia estar caído por ali. Nada. Niente.

Eram já quase 6 da manhã e o ponto de situação era: muitas voltas à cidade, apenas encontrado o carro, não tínhamos pista de onde teria ido nem com quem. Muito menos de onde estava.
Fomos para a casa dos meus pais.
Decidimos que talvez fosse melhor chamar os bombeiros para pelo menos ela conseguir entrar em casa. Quanto ao marido não sabíamos o que fazer nem que pensar... Mas podia ser que o telefone de casa deles voltasse a tocar e isso desse alguma pista!!

A senhora... já a pensar o pior... lembrou-se de ligar para um familiar. Essa pessoa confirmou que o marido ia ter com o senhor R. almoçar. Será que tinha sido um almoço assim tão prolongado?!
Perguntou-lhe então o número de telefone do R. Não sabia. Ora bolas... então e o nome? Ahhhh... chama-se J.L. R.....
Pesquisei na lista e encontrámos um coincidente. Olhámos para o relógio e vimos que não eram ainda horas de ligar a ninguém mas... estavámos desesperados.
Tentámos uma vez. Ninguém atendeu.
Tentámos uma segunda vez... atendeu o senhor R. Tinha sim estado com o marido da senhora e... (preparem-se....) tinha-o ido levar a casa às 19h... e tinha-o deixado sentado no sofá!!!! O QUÊ!?!?!? Então mas o marido da senhora estava em casa? E porque não atendia o telefone que tocava sem parar ou abria a porta?!!?
Sim... isso mesmo... alguma coisa grave se passava.
Ou tinha sido uma bebedeira tão grande que ele teve algum colapso (e nesse caso tínhamos de chamar urgentemente os bombeiros e o INEM) ou tinha saído de casa à procura da mulher.

O meu pai bateu com toda força na porta e gritávamos pelo nome dele. Nada.
A senhora, aflita e chorosa, pegou no telefone e começou a digitar o 112...

Eis quando... a porta de casa se abriu.

O senhor estava em casa.

Abriu a porta e desapareceu para o quarto. Nem a cara mostrou.
Sim... a conclusão da história e de toda aquela ansiedade foi:
- parte boa: o senhor estava vivo, (semi-)consciente e em casa!
- parte muito má: o senhor apanhou uma tal e descomunal bebedeira que o tiveram de trazer a pé para casa, deve ter "apagado", ficado inconsciente e passadas 12h ainda nem tinha dado por falta da mulher em casa... que o procurava pela cidade que nem uma doida e desesperada. E para além dela, eu, o meu pai, a minha mãe, e mais um familiar, todos arrolados naquela história.

Naquele momento... entrou-se-me uma raiva... pela falta de responsabilidade em beber numa idade daquelas (são pessoas de 60 e tais anos), pela falta de zelo para com a própria mulher... que, embrutecida,  irrompi pela porta semi-aberta da casa e fui à procura dele. Queria falar com ele, chamar-lhe tudo e se possível dar-lhe um soco naquela cara de sonso! Não o fiz, porque os meus pais me agarraram e me chamaram à razão. E por atenção a eles... voltei para trás. Mas disse à senhora que ia falar com o marido quando o apanhasse na rua. O que ele fez simplesmente não se faz! Eu estava piurça!! Só de pensar que por causa daquele estúpido estava a perder uma noite de sono, ia trabalhar daí a horas, andei sob um stress desgraçado e ainda por cima gastei combustível à procura de Sua Exa.!!!

Agora que olho para trás percebo que se tivesse feito o que queria naquele momento, ia arrepender-me mais tarde. Porque o mais grave aqui foi a desconsideração que ele teve para com a esposa, e isso é um problema que só o casal pode e tem de resolver. Não me devia meter nisso. (Já diz o ditado... entre marido e mulher... não se mete a colher...)

A senhora, em lágrimas, e visivelmente triste, desiludida e cansada, despediu-se de nós e agradeceu. Vi-a fechar a porta de casa muito suavemente, devagarinho e com cuidado. Percebi que ao longo das últimas horas ela estava desesperada por voltar a casa e agora que lá estava parecia não se sentir lá bem... Percebi o porquê e naquele momento senti imensa pena dela...
Encontrámos o marido, mas quem se perdeu foi ela.
Não chegámos a saber quem ligou para a casa deles durante a madrugada... uma coisa é certa: o marido não tinha sido...!!!!


Oh Yeah...

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Fofuras... Bom fim-de-semana!


Meus meninos e meninas, esta semana foi extremamente cansativa e pesada para mim. Uma correria constante, um estar aqui e ali, um ser isto e aquilo, um fazer assim e assado, um cumprir prazos, um pensar isto e o outro, um sentir e não sentir, e acima de tudo um muito pouco dormir. 

Tenham um fim-de-semana descansadinho.

Beijinhos

(Aquele cujo nome não se deve pronunciar)

Hoje de manhã assisti a esta conversa entre duas pessoas de meia-idade:

(...)
Diz a senhora:
- O meu marido...(fazendo uma expressão resignada e um sorriso triste) parecia que estava tudo tão bem... mas afinal tem aquilo... aquela doença que agora está na moda.
Responde o senhor:
- Da moda não, é até bastante antiga!
Resposta da senhora:
- Pois é. Mas já viu que há cada vez mais casos?!
(...)

Duas coisas principais a reter deste diálogo. Em pelo século XXI,  "cancro" ainda é palavra proibida, temida, e tabu. Como se pronunciando esta palavra estivéssemos de quaquer forma a atrair a doença para nós ou para os nossos. Segunda coisa... dizer que há cada vez mais casos de cancro talvez seja inconsequente (talvez tanto quanto o que vos escrevo de seguida!!). É  que pode até ser verdade, mas não conseguimos comprovar isso.

Todas as pessoas têm de morrer, ponto final. Uns de morte acidental, outros de morte natural. Novos e velhos, ricos e pobres... a todos lhes espera o mesmo fim. A mim, a ti, a ele, a nós, a vós e a eles. A todos, sem excepção. Creio que antigamente já muita gente morria com cancro. E talvez as percentagens não estivessem muito díspares das actuais. Não sabemos. Muita gente morria e não se chegava a saber do quê!

Opiniões há muitas e a minha é a de que o cancro (consiste no crescimento anormal de células que afectam o normal funcionamento dos nossos orgãos vitais, levando o organismo à falência) é uma doença  antiga e não acho que hajam cada vez mais casos. Acho apenas que os meios de diagnósticos são cada vez mais e muito mais apurados. Portanto conseguem detectar-se mais casos. Além disso, hoje em dia as pessoas estão cada vez mais bem informadas. Muitas vezes podem não ter acesso a bens esseciais mas têm acesso à informação (não há cão nem gato que não tenha um computador, um tablet ou mesmo um telefone com acesso à internet... e isto dava outra análise sociológica, mas fica para depois!!), e portanto as pessoas estão muito mais atentas a sinais e sintomas. Por vezes até, de forma hipocondríaca e exagerada, mas no geral, conseguem pesquisar sobre eventuais doenças que possam estar a afectá-los e quando se dirigem ao médico já têm uma ideia do possível dasgóstico. Portanto, ao mínimo sintoma as pessoas dirigem-se ao médico e fazem exames. Detectando, ou não, a doença.

O caso do cancro dá muito que pensar. Obviamente que o estilo de vida sedentário e/ou sobrexposto a demasiados químicos e artificialidades e demais agressores ao nosso organismo (modo de vida que caracteriza os nossos dias), aliados a excessos alimentares e excessos de medicação... com certeza contribuem para mais doenças e mais morbilidade. Mas será apenas o cancro, o resultado certo dessa equação?! Então haverão mais casos sim, devido ao estilo de vida. Talvez então estejamos a tratar mal dos nossos sagrados corpos. Talvez não estejamos a tomar as melhores decisões para vivermos bem, e assim o nosso organismo está completamente desregulado e doido... gerando células onde não fazem falta e fazendo-as crescer sem termo nem medida. Como se o nosso próprio corpo também tivesse direito a estar mal de raciocício, coisa até aqui exclusiva da nossa cabeça. Não é apenas o nosso cérebro que "pensa". Eu penso (...) que todo o nosso organismo tem pensamento. Capacidade de organização e racionalização. Capacidade de combate contra ameaças e capacidade de gerar estratégias próprias na abordagem a cada desafio.

No entanto, antigamente haviam também casos de cancro e a vida era vivida de forma muito mais natural e saudável. Será portanto que antigamente parecia haver menos casos porque havia menos diagnóstico (e também menos abordagens terapêuticas)... ou será que, alidado a um estilo de vida mais simples, o facto de não se detectarem, deixava que os organismos doentes tentassem resolver a doença por si  e alguns se conseguissem de facto curar e regenerar (eliminar as células doentes)? É o mesmo que dizer, as pessoas nem chegavam a saber que estavam doentes, e o seu próprio corpo "tratou" a doença. Será muito absurdo pensar nisto? Talvez não seja em alguns casos! Eu cada vez mais creio que não. Não defendo com isto que todas as abordagens actuais ao cancro estejam erradas, mas se pensarmos bem não é por acaso que os métodos mais inovadores de tratamento do cancro tentam regressar à origem celular, e se fazem através do sangue e das células, dotando o organismo de armas que combatam a doença de forma integrada e adequada a cada um. E não ingerir um medicamento ou expor-se a radiação que mate células sem olhar ao seu tipo e origem. O sucesso daquela abordagem dependerá do nível da doença e obviamente da exposição continuada a factores potenciadores da doença, bem como genéticos, mas acredito que, principalmente devemos proteger-nos, se tratarmos bem o nosso organismo, se o fizermos feliz (!), ele será saudável e terá a força e conhecimento necessários para combater eficazmente as agressões externas, sem ficar extenuado, sem produzir "à maluca" células e dispersar energia. E talvez nunca precisemos de tratamentos farmaceuticos e afins. E assim, idealmente, teríamos mais saúde, mais vigor e energia, a cada doença combatida tornarnos-íamos mais fortes e resilientes, e só morreríamos velhinhos, de forma serena e silenciosa, pelo facto do nosso corpo ficar naturalmente enrugado e cansado... com vontade de descansar mais prolongadamente.Tudo naturalmente.
Não sou naturalista pura mas cada vez mas acredito que a simplicidade e naturalidade das coisas é a resposta à maior parte dos problemas que actuamente nos afligem.

Pensem nisso. Pode parecer estapafúrdio (!%$"&)... mas talvez o nosso organismo, a natureza e a própria vida sejam bem ou ainda mais perfeitas do que aquilo que nos conseguimos aperceber ou calcular. Podemos ter mais maquinaria e inteligência artificial mas nunca conseguiremos equipararmos ao poder do que tem de ser. Ao poder da natureza. E quanto mais a desafiar-mos mas ela nos mostrará o quão pequeninos e frágeis nós somos.


De qualquer forma, em "Roma sê romano". Temos de nos adaptar e tentar perceber a realidade em que vivemos e os meios de que dispomos. E unir opiniões e dissertações. Para quem achar interessante e útil, saiba que existe actualmente um site informativo e integrativo sobre o cancro, em Portugal, o Onco+, lançado no passado dia 4 de Outubro. "O Onco+ é um portal informativo.Tem como objetivo permitir que a população em geral e em especial os doentes oncológicos e seus familiares/cuidadores tenham acesso à maior e mais credível informação possível, com rigor científico, de forma a compreenderem e/ou conviverem melhor com o que significa o cancro.O evento “Juntos somos mais fortes” pretende informar, tirar dúvidas e encaminhar o público para um especialista, em caso de necessidade, acreditando que um cidadão informado será um cidadão melhor tratado." (in portaldasaude.pt)


domingo, 5 de outubro de 2014

Fofuras... Boa semana!

Devem ter os ouvidos em brasa depois de ouvirem todas as músicas que recomendei... ouviram todas certo?! LOL

Tenham uma excelente semana! Sejam felizes!

Beijinhos

Sabem aquela expressão... "tas a dar-me música...."... pois é de isso mesmo que se trata!

Mas neste caso... é música boa!!! ;) O que é que, melhor que a música, consegue dizer tanto sem falar?! ;)

"Ti prepara" que hoje estou destemida no que toca à quantidade de sons que tenho ouvido e quero partilhar... :)))

Tove Lo - Habits (Stay High) - Hippie Sabotage Remix


Meghan Trainor - All About That Bass

Sam Smith - I'm Not The Only One


Milky Chance - Stolen Dance

Vance Joy - 'Riptide'

The Sript - Superheroes

Maroon 5 - Animals

Maroon 5 - Maps (Explicit)

Coldplay - Midnight

Coldplay - True Love

Coldplay - Ghost Story

Especial.... e lindíssima esta próxima... :)
Coldplay - Always in my head


Boots Of Spanish Leather (Bob Dylan) - The Lumineers

E, sabendo que é daquelas passageiras, mas que agora não consigo evitar dançar quando a oiço.... Bailando!!

Enrique Iglesias - Bailando (Español) ft. Descemer Bueno, Gente De Zona

The Black Mamba & Aurea - Wonder Why

Expensive Soul - Que Saudade

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Just try to imagine...

Eddie Vedder - Imagine (John Lennon Cover)

Sei que tenho estado (ou andado!ou sei lá!) desaparecida (ou ausente!ou sei lá!)... Ando numa fase introspectiva e também sem muito tempo!! Ideias ou "cenas" para falar e partilhar não me faltam mas quando o vou fazer, não sendo da forma que gosto de o fazer, acabo por não escrever nada. Fases. Esta é só mais uma!

Mas deixo-vos o estado de espírito sereno (e simultaneamente questionador de tudo o que nos rodeia), com este cover lindíssimo de uma das mais bonitas e emblemáticas músicas de todos os tempos - Imagine, de Jonh Lennon - cantada por uma voz que adoro, a de Eddie Vedder.

Fiquem bem. :)

Beijinhos a todos.