quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

:)


Bom final de semana!

Be free. Fly. Dream. Be!

Beijinhos!

E já vai sendo cada vez mais difícil... convenhamos!

Enquanto é legal e, diria mais, livre e gratuito! Já esteve mais longe o dia em que, ironicamente, por nossa livre e espontânea (e também adormecida ou dormente) vontade, deixaremos de ser donos e senhores dos nossos próprios pensamentos, ideias e ideais, deixaremos também de ter acesso único e privilegiado ao que pensamos e ao que de único somos. Tudo será partilhado, tudo será facilitado também, tudo será público, e sim.... tudo será uma miscelânea cinzenta e sensaborona de ovelhas obedientes e ainda que vivas, mortas. E essas ovelhas seremos nós.
Parece dramatismo ou exagerado pessimismo mas... é isso que vejo, dia a dia.

Surrealidades do meu dia-a-dia #14

Senhores gestores e donos de empresas que fazem estudos de mercado por favor leiam isto, para o vosso bem! Todos os outros... leiam também... porque para além de estapafúrdio, dá que pensar um bocadinho!

Uma colega de trabalho avisa-me que daí a nada vai chegar ali uma senhora amiga dela que tinha ido a sua casa no dia antes mas como a minha colega não teve tempo para atendê-la, a senhora pediu-lhe para ir ter com ela ao local de trabalho, no dia a seguir, E lá chegou então a dita senhora. Muito apressada, com uns papéis na mão e um tablet. Apresentou-se e disse que ia fazer ali uma pequena entrevista, aplicar um questionário, a serviço da empresa tal....

Ora para quem sabe o que é que se deve (e por conseguinte, o que é que NÃO se deve) fazer aquando da aplicação de um inquérito ou questionário, apreciem os seguintes pontos:

1 - o questionário, anónimo, tinha como tema "As Condições de Trabalho". Servia para averiguar, em Portugal, a opinião dos trabalhadores acerca do seu trabalho, colegas, chefes, situações difíceis, stress, ansiedade, incerteza. Os entrevistadores receberam indicação expressa do local (rua) onde aplicar o questionário. A senhora começou (em grande estilo diga-se...) por dizer, com toda a ligeireza, que lhe tinham dito para ir fazer os inquéritos na rua X mas como essa rua são praticamente só lojas ela decidiu fazer na rua ao lado. Hummm começa logo bem aqui, não acham?! Bolas, que profissionalismo heim!? ui! Aposto que esta senhora vai ganhar o prémio da empresa em autonomia ou "auto-suficientismo"!

2 - Não tendo conseguido aplicar o questionário à pessoa que vivia na casa y (na tal rua que ela escolheu), e como conhecia essa pessoa (a minha colega), achou-se no direito e com uma incrível dose de... (nem tenho palavras...)... de ir abordar a dita pessoa exactamente no seu local de trabalho, onde aliás lhe fez a entrevista, precisamente sobre a sua opinião sobre o próprio trabalho, e até sobre os próprios colegas que... se encontravam presentes (...de certeza que a colega se deve ter sentido muuuuito à vontade para responder com sinceridade a perguntas do género: Acha que os seus colegas lhe colocam obstáculos?! etc etc...)

3 - Não obstante o (já muito grave) e referido acima a senhora entrevistadora ainda fez uma coisa ultra simpática... à medida que fazia as perguntas, aproveitava e dava logo ela própria a resposta ou então sugeria respostas... tava cheia de pressa coitada! (grave, gravíssimo....)

4 - No final da entrevista, ainda pediu à entrevistada o seu número de telefone porque... disse ela "é que depois vão-te ligar da empresa para saberem se estive lá na tua casa e te fiz o questionário e é para tu responderes que sim!". Portanto, qual cereja em cima do bolo, a entrevistadora mais eficiente que alguma vez conheci na vida ainda pediu à entrevistada para mentir em benefício da merda ($%##&/) que ela fez, e pelos vistos continua a fazer!

Enfim... aquela situação até me deu a volta ao estômago....

Talvez isto não vos diga rigorosamente nada. Mas uma coisa é certa: rigor foi coisa que não assistiu a esta senhora que recebe dinheiro por parte de uma empresa de estudos de mercado para fazer entrevistas e aplicar questionários/inquéritos que permitam (ou deviam permitir) inferir com veracidade e o maior grau de fiabilidade possível acerca das opiniões dos inquiridos, e em última análise do País! São os resultados deste tipo de estudos que vêem, no futuro, caracterizar uma dada situação ou população, e são estes os estudos apresentados na comunicação social, e são também estes os estudos que ditam as tomadas de decisão futuras, a nível institucional e no País. Já pensaram nisso?!
Ora... só com base nesta pequenina amostra (desta situação quase surreal e muitíssimo pouco profissional da senhora entrevistadora, que fez exactamente tudo o que um entrevistador não deve fazer!) acho que, se já confiávamos pouco naqueles resultados de estudos que são publicados sobre o estado de arte no País... então agora... ainda MUITO menos!

É... desculpem.... mas acho que é nojento. Uns queixam-se porque não têm trabalho (mais um emprego vá...), outros (às vezes os mesmos!!) têm trabalho ou ganham dinheiro com alguma actividade, mas desprezam essa mesma oportunidade e não têm brio naquilo que fazem. Raios-partam essa gente "pobre e mal agradecida" pah!!!

Surrealidades do meu dia-a-dia #13

Um dia calmo, de calor. Não se vê vivalma na rua. Estacionar o carro perto de uma escadaria. No preciso momento em que coloco a mão no puxador da porta para sair do carro, aparece um homem no cimo da referida escadaria. Reparo que esse homem não estava muito "normal". Vinha cambaleando, agarrado à parede. Não saio logo do carro para deixá-lo passar primeiro. Mas o senhor vem colocar-se mesmo à frente do meu carro, a cambalear, para a frente e para trás. Vi jeitos da criatura me cair em cima do capot. Mas não caiu. Ao invés... ficou simplesmente ali, especado. Bom... dadas as circunstâncias e porque sinceramente não tinha feito planos de passar o resto do dia dentro do carro à espera que o homem abalasse... levei novamente a mão ao puxador da porta.... et voilá... o homem começou a gritar. (e eu comecei a desconfiar que o puxador da porta do meu carro estava ali com algum tipo de interacção com o senhor... coisas do além! vai-se lá a perceber!)
Ele olhava para o carro (não necessariamente para mim, que estava lá dentro um bocadinho amedrontada a olhar para ele) e vá de gritar que "isto nunca mais vai acontecer!!!", "se eu já te tinha dito porque é que voltaste?", e "eu disse-te que quando te apanhasse", e "aperto-te o pescoço", e mais coisas fofinhas do tipo "faço-te em fanicos", "anda cá se queres!!!". 
Olhei melhor para ele... e não, não o conhecia. Então acho que ele também não me conhecia a mim e aquilo não era para mim. Mas a verdade é que não estava ali mais ninguém!!! E simultaneamente reparei que ele olhava para o vazio. Acho que ele nem se apercebeu que estava ali uma pessoa dentro do carro mesmo à frente dele.
Ok... o homem está com uma valente pedrada. Tá com a cabeça feita num oito... ele nem sequer me está a ver e talvez não haja problema sair do carro e proceder naturalmente e ir-me embora.
Respirei fundo (e em fundo ouvia também os berros do homem com ameaças e desabafos)... ok... um, dois.... e levei a mão novamente ao puxador da porta.
Escusado será dizer que aquela coisa do "há uma sem duas, não há duas sem três" funciona sempre. Neste caso, infelizmente. No preciso momento que tento abrir a porta do carro e escapulir-me dali.... o homem.... grita ainda mais alto a seguinte e muito motivadora frase: "AI NÃO VENS AQUI NÃO?!!? POIS A PRÓXIMA PESSOA QUE EU VIR CORTO-LHE O CORAÇÃO E AINDA O COMO A SEGUIR"... isto não me está a acontecer, foi o que pensei.... mais uma vez não me "apeteceu" sair do carro e encarar aquele homem que parecia estar drogado, e muito, mas muito mesmo zangado!

Passaram 15 longos minutos. Eu em silêncio, O homem sempre ali, à frente do meu carro. Ora calado, ora a esbracejar e a gritar ameaças de morte. Ora levantado, ora caído.
Até que passou um senhor. Passou pelo homem e este nada fez. Apenas continuou a andar em frente e assim saiu da minha... frente. Lá levei novamente a mão ao puxador da porta e... agora sem medos... abri a porta e sai.
Ufa! Se foi por parvoíce não sei, mas sempre ouvi dizer que a melhor defesa é não estar lá e portanto, preferi não saber se o homem me faria algum mal caso eu saísse do carro mesmo à frente dele.
Gosto de pensar que aquilo foi para uns apanhados que nunca cheguei a ver ou ali um momento de teatro de rua a que eu tive o prazer (NOT!!) de assistir gratuitamente e sentada! Nada mal heim!? upa, upa!!! ;)



O que é que nós somos? Pó!

Se quiserem, e tiverem interesse, leiam este artigo (uma entrevista) da National Geographic acerca do que é feito o Universo e do que somos nós feitos. Exactamente da mesma coisa: Pó!

A parte das emoções, pensamentos, e ideias é a única coisa que nos pode distinguir uns dos outros. Porque na nossa "base", somos exactamente iguais, e tão básicos quanto... pó!

Ora leiam... e vejam lá se não faz todo o sentido....

National Geographic - How cosmic dust affects you and me

"When the universe started, there was just hydrogen and a little helium and very little of anything else. Helium is not in our bodies. Hydrogen is, but that's not the bulk of our weight. Stars are like nuclear reactors. They take a fuel and convert it to something else. Hydrogen is formed into helium, and helium is built into carbon, nitrogen and oxygen, iron and sulfur—everything we're made of. When stars get to the end of their lives, they swell up and fall together again, throwing off their outer layers. If a star is heavy enough, it will explode in a supernova.

So most of the material that we're made of comes out of dying stars, or stars that died in explosions. And those stellar explosions continue. We have stuff in us as old as the universe, and then some stuff that landed here maybe only a hundred years ago. And all of that mixes in our bodies.."
Yap!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Surrealidades do meu dia-a-dia #12

Detesto trânsito, o pára-arranca, os semáforos, o tempo e o combustível que se perdem e gastam para andarmos por aí de automóvel. Bem, isto para dizer que adoro conduzir mas em viagem, de preferência de noite, sem muito movimento e com música boa. Tudo o resto que se refira à condução deixa-me com os nervos em franja! :S Era este o estado de espírito que levava quando entrei na (apinhada e demorada) estação dos correios. Pelo número de pessoas que estavam à espera e pelo número em que ainda ia o atendimento geral previ que devia passar ali a hora de almoço inteirinha! Mas lá fui, zangada e chateada por antecipação, à máquina das senhas para tirar a minha senha (vulgo sentença). Nisto... sinto uma pessoa aproximar-se... o meu primeiro pensamento foi "deve vir dizer que tinha chegado antes e que precisa de tirar uma senha antes de mim... uma cabra portanto!"... mas.... mas... mas a senhora dirige-se a mim e diz-me "não esteja a tirar senha, tome, fique com a minha que tenho de ir embora e já não posso esperar mais"...

... nos primeiros instantes fiquei feita parva a olhar para ela. E sem ela saber senti-me imensamente envergonhada por ter tido a ousadia de, por momentos, a ter julgado sem conhecer e à partida pensar mal dela. Que ela ia começar a armar confusão por causa das senhas, que se ia aproveitar... enfim... todo um filme de acção e porradaria na minha cabeça...

Sorri. E agradeci. A senha que ela me deu estava quase a ser chamada. Fui portanto atendida em 5 minutos, quando a previsão seria de 1 hora caso tivesse tirado a senha que me pertencia quando cheguei

É caso para dizer... Toma e embrulha. De mim, para mim. Para aprender a não julgar sem conhecer, e para aprender a controlar o mau-feitio. Yap!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Fofuras... Boa semana!


Fofuras... tenham uma excelente semana! Vai estar um solinho bom nos primeiros dias. Aproveitem(os)!

Sejam felizes, serenos e únicos!

Beijinhos a todos!

Surrealidades do meu dia-a-dia #11

Ir nadar. Sair da piscina e reparar que as pessoas olham muito para mim. Penso se será do cabelo molhado mas também não percebo tanto espanto. Vou às compras. Encontro uma colega do secundário que já não via há anos. Eu efusiva com ela, ela contente, a sorrir, mas a olhar-me com um olhar estranho. Com um misto de preocupação e curiosidade. Falamos um bocado e voltámos novamente cada uma às suas vidas.
Chego a casa e reparo que... tenho umas marcas escuras em redor dos olhos, que dão a sensação de grandes (enormes mesmo!!) olheiras ou pior... ter levado dois valentes murros na cara!

Sorri... e percebi a curiosidade no olhar dos outros e principalmente da colega que já não via há anos. A rapariga deve ter pensado que eu das três uma: ou levava uma vida desregrada qual rainha da noite, ou estava gravemente doente ou... que levava sovas a torto e direito... Vítima de violência doméstica ou algo do género!

Mas não... eram mesmo só as profundas marcas dos óculos de natação! :D LOLOLOL

Surrealidades do meu dia-a-dia #10

O telefone toca no trabalho. Atendo. Enganaram-se na extensão, a chamada era para outra pessoa. Mas, sem querer, acabou para ser também para mim.

Eu: Estou sim?
Ela: Olá bom dia. O meu nome é Catarina Dionísio e estou a ligar para falar com a Sra. X.
Eu: (que engraçado... tem o mesmo sobrenome que eu...) A Sra X encontra-se noutra extensão, vou-lhe tentar passar a chamada. Aguarde um bocadinho.

Tento passar a chamada mas a colega X não atende. A chamada volta para mim.

Eu: Estou... é a D. Catarina, certo? Olhe parece que a minha colega não está. Vai ter de ligar mais tarde se não se importar.
Ela: Está bem! Então eu volto a ligar daqui a uns minutos. Muito obrigada pela sua ajuda.
Eu: De nada! (digo ou não digo.... disse...) Olhe sabe uma coisa engraçada? Você tem o mesmo sobrenome que eu e estou aqui a ver que reside na terra da família do meu pai. 
Ela: Ai sim?! Que coincidência realmente! Há muitos Dionísios, especialmente aqui para os meus lados. Como é que se chama o seu pai?
Eu: O meu pai chama-se G. e é daí. Tem também família em... e em.... .
Ela: (silêncio).... oh minha filha então mas o teu pai é meu primo direito! Nunca mais o vi nem soube nada dele! Como estão vocês?
Eu: (incrédula... porque não conheço quase ninguém da família do meu pai... histórias antigas...) O meu pai está bem, e nós também. Que coincidência a sua chamada ter vindo parar a mim! Então mas conte-me lá... a senhora é prima do meu pai... por que lado?

Ela... contou-me a história que sabia e que eu nunca tinha ouvido da minha família paterna. Sabia que tinham, algures no tempo, havido desavenças entre os meus bisavós (avós paternos do meu pai) e depois entre os filhos deles. Mas não sabia pormenores. O meu pai nunca falou disso. E agora... neste telefonema simples e "enganado"... veio ter comigo aquilo que eu já há muito queria saber, Este acontecimento foi quanto bastou para abordar o meu pai, que, agora sim, me contou a história da família.



Por acaso é uma coisa que tenho sempre imensa curiosidade. O presente pode não ter nada a ver com o passado, mas eu acho sempre muito interessante sabermos as nossas origens. De onde viemos, como era a nossa família, onde é que tudo começou. Sei que, no limite, estamos todos ligados por algum tipo de laço, mas acima de tudo é importante saber a nossa genealogia. Não acham?!

Surrealidades do meu dia-a-dia #9

Estar alegre e serenamente na horta e aparecer sem dar conta um homem numa cadeira de rodas (daquelas que andam sozinhas!). O homem olha para mim. Eu olho em redor. Sim ele está mesmo a olhar para mim. E está ali, parado... a olhar para mim. De repente sinto medo, mas depois apercebo-me que isso é ridículo e que mesmo que ele quisesse não me poderia fazer muito mal dado que não consegue andar, não fala e apenas gesticula. Portanto, passo a sentir pena. Não imagino nem quero imaginar como será viver assim, preso dentro do próprio corpo. O homem sofre, aparentemente, de paralisia cerebral. Parece-me que não ficou assim algures na vida ou na sequência de algum acidente. Algo me diz que ele já terá nascido assim. Mas não sei.
Continuo então nos meus afazeres da horta e aceno, dizendo apenas "bom dia!".

Ao fim de algum tempo volto a olhar e o homem da cadeira de rodas continua ali. Parado, a gesticular e a emitir uns sons esquisitos para mim.

Ora bolas.,, o que faço agora?!?!

Aproximei-me dele, e disse-lhe "provavelmente não vou perceber o que quer dizer mas precisa de alguma coisa?"...

... ao que o senhor respondeu que sim, acenando vigorosamente com a cabeça. Ora bem, ele precisa de alguma coisa, agora como é que raios eu vou perceber o que é que ele quer?!!? 

"quer alguma coisa aqui da horta? Para o almoço?"....

... e ele, no limite da sua paralisia cerebral e motora.... fecha os lábios em U e manda-me um beijo!

Eu ri-me. Pensar que senti medo, depois pena, depois bloqueada, e por fim... apenas... perplexa! Acenei-lhe com a mão e desejei-lhe um bom dia!

E ele abalou, na sua cadeirinha de rodas.

Actualização: Fiquei a saber que o homem da cadeira de rodas não sofre de paralisia cerebral mas sim de esclerose lateral amiotrófica. Era uma criança normal quando foi diagnosticado. Tem vindo a perder as capacidades físicas e motoras de forma rápida ao longo dos anos. Quem o conhece descreve-o como um rapaz muito inteligente que vive preso no seu próprio corpo.

Sabes que estás a ficar velho/a quando...

...  te referes a malta de 30/40 anos como "aquele rapaz" ou "aquela rapariga"....

Yap! :S É a vida!

Vá... admitam lá que também já vos aconteceu!!

Músicas que ando a ouvir - parte II

Agora... as mais usuais e que adoro. ;)
Preparem-se... são muitas (para compensar a ausência)!

Ed Sheeran - Thinking Out Loud

Moby - 'The Perfect Life (with Wayne Coyne)' 


Taylor Swift - Shake It Off


George Ezra - Budapest
(muuuuito boa! adoro!)


The Weeknd "Earned It"
(música do filme 50 Sombras de Grey)

James Bay - Hold Back The River
(adoro esta e a personagem que James Bay é)


Kygo - Firestone ft. Conrad


Hozier - Take Me To Church
(canto imensas vezes esta...)

Sam Smith - Like I Can


Take That - These Days


Carminho - Chuva no Mar com Marisa Monte


Meghan Trainor - Lips Are Movin


Taylor Swift - Blank Space


Clean Bandit & Jess Glynne - Real Love


Sigma ft Paloma Faith - Changing

Música que ando ouvir - parte I

Bem... tive de dividir o post das músicas em dois porque, para além das ditas "gerais", agora ando a gostar imenso de ouvir kizomba e afins. Antes detestava mas há algumas músicas de que estou a gostar muito e quando dou por mim ando a cantarolá-las e até a dançar. :))

AMO esta música do Anselmo Ralph...

Anselmo Ralph - Curtição

Master Jake - Jajão (feat. Eddy Flow)


Nelson Freitas - Bo Tem Mel


Os Intocáveis - Quem Tu És (feat. Rita Seidi)


Soraia Ramos Um Pouco de Mim

Jey V feat. Yudi Fox - Duas Caras

Adi Cudz - Baby Nao Vai

G-Amado - Me Kuia Bué ft Badoxa

Dream Boyz - Vou Te Assumir (feat. Landrick)

Tedy feat Mr Bow - Number One
Badoxa  -Controla
Kataleya - Atrevimento Ft. Anselmo Ralph

B4 Los Compadres - É Melhor Não Duvidar Ft. Rita Pereira

E claro.... a música com que tudo começou....

Anselmo Ralph - Não Me Toca

E pronto.... para quem gosta o que não falta é muita kizomsada boa por aí ;) Toca a curtir!

Tatuagens

Gosto de tatuagens. Por enquanto gosto apenas de ver tatuagens! Mas já há algum tempo que ando a pensar fazer uma! Só ainda não sei bem onde nem exactamente com o quê (são tantas as coisas que já trago tatuadas em mim!). Se com uma imagem, um enigma, ou com palavras, e com que mensagem. Conclusão... ainda me sinto muito indecisa e portanto não vou avançar sem certezas. Mas lá que há vontade, lá isso há, e muita!

Se for de animais, gosto destas que vi há dias pela net:



De qualquer forma, se um dia vier a fazê-la, não quero uma imagem que já exista, quero algo único e íntimo. Algo especial!
Também gosto das estrelinhas e pequenos objectos avulsos pelo corpo, e esses sim, podem ser iguais a quaisquer outros! :)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Safe and sound

Capital Cities - Safe and Sound (Stephanie Mae Acoustic Cover)

Este ano começou com uma notícia triste. A morte de uma colega, ataque fulminante, minutos após a meia-noite, às 0h10m do dia 1 de 2015, sentiu-se mal e caiu inanimada no chão. No meio de uma praça onde centenas de pessoas festejavam a entrada de um novo ano. Ali, naquele momento, naquela ocasião de festa e euforia. Cheia de música e fogo-de-artifício. Caiu simplesmente inanimada no chão. E morreu. Tinha 54 anos, um sorriso contagiante e uma família e amigos que ficaram chocados e perplexos com o acontecimento e a sua perda.
A vida é um instante.
Ela viveu a sorrir e a ser generosa para com os outros. Morreu de repente, num ambiente de festa, rodeada da família e amigos, que a abraçavam... não sei se se pode dizer que partiu feliz. Espero muito que sim... e que descanse em paz.

Safe and sound - free from danger or injury.

Nunca estamos "safe and sound"... mais vale deitarmos fora as preocupações e os problemas, e viver a vida... ir para a praça, para as praças da vida... conviver com os outros, fazer o que gostamos e a quem amamos.