segunda-feira, 30 de março de 2015

Fofuras... Boa semana!


Beijinhos!! :)

Leituras - "A Guerra dos Mundos"

de H.G. Wells. 1898.



Este livro pode enquadrar-se numa secção de ficção científica, mas também de filosofia, especulativa tal como referida pelo próprio autor, que é, simultaneamente o narrador da história.
Inícios do século XX, Inglaterra. Invasão da Terra por marcianos. Seres mecânicos, funcionais, eficientes, inteligentes e motivados para exterminar a Humanidade e conquistar o nosso planeta.
Um mundo a invadir outro mundo. 
A Humanidade é sempre muito curiosa acerca do espaço, dos outros planetas e de possíveis seres vivos extraterrestres. Mas quando o assunto se torna lidar com seres extraterrestres reais e com melhores meios de ataque e estratégia do que os nossos... a coisa já muda de figura, muda a perspectiva, a ordem vira caos... e a curiosidade dá lugar ao horror e ao medo da morte, não apenas do homem em si mas do nosso mundo tal como o conhecemos. Talvez não seja ridículo comparar a invasão de seres extraterrestres mais inteligentes e fortes do que nós, àquilo que nós próprios fazemos às outras espécies que já habitam connosco o próprio planeta Terra! A forma como nos achamos muito superiores e banalizamos o facto de, por exemplo, destruir uma (simples?!) colónia de formigas ou como desatamos a matar bicharocos só porque sim, porque nos incomodam, porque nos fazem comichão ou simplesmente porque não gostamos deles e apetece-nos exterminá-los. .. é de facto um exemplo muito fiel de uma suposta invasão extraterrestre.
Não obstante o sentimento de desesperança, reflectir no que um acontecimento deste tipo diria do nosso mundo e da forma como vivemos e nos organizamos, só nos pode enriquecer. A melhor estratégia resulta de especulações, simulações e calculismos. 
Quais os nossos pontos fracos? Quais os nossos pontos fortes?
Os nossos pontos fracos podem vir a ser a nossa melhor arma?
Os nossos pontos fortes podem vir a traduzir-se em nada?
É precisamente esse tipo de questões que me coloco ao ler uma narrativa deste tipo. As coisas raramente são o que parecem. E por vezes há luz no meio de uma imensa escuridão. O pequeno pode ser gigante e o gigante minúsculo. Como?
Têm de ler o livro e saber como é que a melhor artilharia não consegue fazer frente ao armamento mais sofisticado e eficiente de seres mais evoluídos do que nós, mas talvez a solução seja bem mais simples e fácil. É apenas deixar que a natureza faça o seu papel de melhor seleccionadora de espécies num dado meio.
Objectivo: sobreviver.... :)

Ideias/frases de que gostei particularmente no livro:

"Travava-se em mim uma batalha entre o medo e a curiosidade"

"... dados que os marcianos eram, a despeito da forma repugnante, criaturas inteligentes, fora resolvido que se lhes mostrasse, aproximando-nos deles com sinais, que também somos inteligentes..."

"Agora, era como se qualquer coisa tivesse mudado e os meus pontos de vista tivessem alterado bruscamente." "transição mental de um estado mental para outro"

"É provável que eu seja um homem de carácter excepcional. Não sei até que ponto a minha experiência é vulgar. Às vezes, sofro de uma estranha sensação de afastamento de mim mesmo e do mundo que me cerca: parece-me que observo tudo de fora, de algum sítio inconcebivelmente afastado, longe do tempo e do espaço, onde estão ausentes a tensão e a tragédia que rodeiam todas as coisas."

"... a febre da guerra... que enche as veias e as artérias, aniquila os nervos e destrói o cérebro..."

"... salvo pelo preço da sua vida..."

"... morreu lentamente na distância..."

"... amolecia e fluía finalmente naquela rápida liquefacção do corpo social..."

"Quando a fome se tornou mais premente, os direitos da propriedade deixaram de ser respeitados."

"Não se precisava agora de bravura, mas de circunspecção."

"... a mão, professor e agente do cérebro..."

"Vivi nesse momento uma emoção que ultrapassava a vulgar medida humana, bem conhecida, no entanto, dos próprios animais que dominamos. Sentia-me como um coelho ao regressar à toca, deparando de súbito com o trabalho de uma dúzia de cabouqueiros atarefados a escavar os alicerces de uma casa. Era o primeiro indício de algo que é actualmente muito preciso e que me oprimiu durante muitos dias, uma sensação de destronamento, uma convicção de que já não era um senhor, mas um animal entre os animais, espezinhado pelos marcianos. Para nós, como para aqueles, tratava-se de esconder e espreitar, de fugir e esconder; passara a época em que os Homens eram receados, e do seu império."

"No silêncio da noite, com aquele sentido da proximidade de Deus, perceptível, por vezes, no silêncio e no escuro, submeti-me a julgamento..."

"Isto não é uma guerra... Nunca foi uma guerra, do mesmo modo que não se poderia falar de guerra entre os homens e as formigas."

"... aniquilados pelas coisas mais humildes que Deus, na sua sabedoria, colocou na Terra."

"... esperemos ou não outra invasão, os nossos pontos de vista acerca do futuro da Humanidade devem sofrer uma grande modificação em consequência destes acontecimentos. Sabemos agora que não podemos olhar para este planeta como uma fortaleza e um lugar onde o Homem poderá resistir em segurança; nunca podemos prever o bem ou o mal que pode chegar de súbito até nós, vindo do espaço; é possível que, nos mais latos desígnios do universo, esta invasão dos marcianos se venha a mostrar benéfica para os homens: roubou-nos aquela serena confiança no futuro que é a mais fértil fonte de decadência; os dons que ofertou à ciência humana são enormes e contribuiu grandemente para promover a concepção da comunidade humana."

"É confusa e maravilhosa a visão que imaginei da vida a expandir-se lentamente deste pequeno leito do sistema solar, através da vastidão inanimada do espaço sideral."

Música. música, música... gosto.

Sia - Elastic Heart feat. Shia LaBeouf & Maddie Ziegler 

"Elastic Heart"
(feat. The Weeknd & Diplo)

And another one bites the dust
Oh why can I not conquer love?
And I might have thought that we were one
Wanted to fight this war without weapons

And I wanted it, I wanted it bad
But there were so many red flags
Now another one bites the dust
Yeah, let's be clear, I'll trust no one

You did not break me
I'm still fighting for peace

Well, I've got thick skin and an elastic heart,
But your blade—it might be too sharp
I'm like a rubber band until you pull too hard,
Yeah, I may snap and I move fast
But you won't see me fall apart
'Cause I've got an elastic heart

I've got an elastic heart
Yeah, I've got an elastic heart

And I will stay up through the night
Let's be clear, won't close my eyes
And I know that I can survive
I'll walk through fire to save my life

And I want it, I want my life so bad
I'm doing everything I can
Then another one bites the dust
It's hard to lose a chosen one

You did not break me
(you did not break me, no)
I'm still fighting for peace

Well, I've got thick skin and an elastic heart,
But your blade—it might be too sharp
I'm like a rubber band until you pull too hard,
Yeah, I may snap and I move fast
But you won't see me fall apart
'Cause I've got an elastic heart

I've got an elastic heart

sábado, 28 de março de 2015

Bom fim-de-semana felinos!


Tenham um excelente fim-de-semana! Muito sol e calor para passear, brincar e relaxar! (e no meu caso... também para regar!!! lol)

Um beijo grandalhufo! :D

quarta-feira, 25 de março de 2015

Som muito bom, muito bom som

Rihanna And Kanye West And Paul McCartney - FourFiveSeconds

Mark Ronson - Uptown Funk ft. Bruno Mars

Carlão - Os Tais

António Zambujo - "Pica do 7"

Jason Mraz - Love Someone

sábado, 21 de março de 2015

Bom fim-de-semana!


Beijinhos ;)

Surrealidades do meu dia-a-dia #19

Há um homem que vejo com muita frequência perto do local onde trabalho. Sempre me despertou a atenção. Anda sempre com uma mala preta. Calculei que devia trabalhar como comercial ou algo relacionado com negócios.  Tem um ar sério (no sentido de credível e confiável mas também no sentido de ser pouco sorridente, um bocadinho sisudo até!). Só há pouco tempo é que começou a responder aos meus bons dias ou boas tardes. Tem sempre um ar pensativo. Tem um olhar de quem consegue ver mais além. Tem o cabelo grisalho, barba igualmente grisalha, é magro, deve ter uns 60 anos, e aparentemente parece uma pessoa normal ou usual... ou banal! 
Parece. Porque não é.

Há pouco tempo fiquei a saber que foi bancário e já está reformado há alguns anos. Aquela mala preta que ele carrega dia após dia desde manhã cedo até à tardinha tem recortes de jornal e notícias sobre os números do totoloto e do euromilhões e do totobola.
Aquele senhor, com o seu ar sempre muito refexivo, leva de facto os dias inteiros a recolher informações sobre os jogos em que aposta, em Portugal e em Espanha. Tem cada recorte de cada resultado e a cada nova informação é vê-lo muito compenetrado a fazer contas e previsões.
Suponho que o objectivo dele, na vida, seja ganhar um grande prémio. E para isso busca uma fórmula certa de previsão dos números sorteados.

A história dele fez-me lembrar a história de um grande matemático - Jonh Nash - Prémio Nobel em 1994 na Teoria de Jogos e cuja biografia já foi adaptada para filme, em "Uma Mente Brilhante" ou "A Beautiful Mind" com Russell Crow no principal papel, Um filme lindíssimo e também chocante por dar a conhecer uma história verdadeira, de como, a genialidade e a doença psíquica podem andar muito perto uma da outra. Por vezes quase se confundem. Jonh Nash sofre de esquizofrenia paranóide. Tinha como obsessão os recortes de jornal e na cabeça dele havia ligações e mensagens secretas entre excertos de notícias diferentes. Ainda assim, e após muito sofrimento do próprio e da família conseguiu levar avante os seus estudos e as suas pesquisas científicas e hoje em dia é uma personalidade bastante conhecida e reconhecida no mundo da investigação científica.

Não sei se o senhor que vejo frequentemente terá a mesma sorte, que no seu caso, seria talvez conseguir adivinhar a chave dos jogos e ganhar um grande prémio.
Ainda assim, não sei o que ele faria caso ganhasse mesmo um grande prémio. Provavelmente não se iria sentir muito feliz ou com sentimento de tarefa concluída, porque na cabeça dele. a vida parece só ter sentido a recolher notícias e a fazer contas e conjecturas. É com isso que ele preenche os dias inteiros, deambulando pela cidade, com a sua pasta preta (o seu verdadeiro tesouro!), encostando-se aqui e ali à medida que sinta a necessidade de fazer cálculos (vejo-o muitas vezes encostado a um muro com um papel e a caneta na mão, a falar sozinho, no seu mundo de números e equações, e a rabiscar o papel).
Espero que ele consiga ganhar algum prémio, mas não um prémio que o faça deixar de tentar ganhar outra vez. Afinal de contas é isso que me parece que a ele lhe dá gosto fazer. :)

Surrealidades do meu dia-a-dia #18

Ir ao mercado e ver uma banca cujos produtos tinham muito bom aspecto. Aproximo-me do senhor vendedor (um velhote de boina, gordinho, muito simpático) e pergunto qual o preço dos espinafres.

- Ahhh esses são muita bons! Dôs molhos por 1,5€! O espinafre é muita bom para fazer aquilo... ai como é que se chama... o espernegado!! ehhh se eu gosto disso! - disse o senhor.

Não consegui evitar. Fartei-me de rir. Espernegado?!?! Oi?! Essa palavra a mim só me remete a pernas e a espargata e sei lá... bem, é certo que o prefixo "esp" vem de espinafre, o resto é que desbanda tudo!!! De repente imaginei o velhote numa salganhada de pernas e espinafres e espargatas! Um filme! 

Ainda lhe disse a rir - pois é sim, é muito bom para isso sim, para o esparregado (!!).

Ao que a personagem ainda me respondeu muito contente: 
- sim... eh pa se gosto disso, sempre que como espernegado até parece que durmo melhori!

Pois imagino! Com essa ginástica toda de pernas... e de palavras ou de letras... :)

E assim ficámos. Eu com os espinafres e ele com o espernegado. Agora não consigo evitar. O esparregado ganhou todo um novo sentido para mim! Já tem uma história engraçada e um nome diferente.


ihiihihihihihihihihihihihihihihihihiihihihihi


Surrealidades do meu dia-a-dia #17

De um momento para o outro começo a sentir a vista muito seca, começo a cerrar os olhos muito mais vezes e durante muito mais tempo do que o habitual (e inconsciente) piscar. A par disso começo a ver as coisas um bocadinho desfocadas.
Comecei por pensar que talvez se tratasse de vista cansada uma vez que tinha estado a trabalhar muito tempo em frente ao computador e num trabalho um tanto exaustivo e pormenorizado.

No dia seguinte tinha o olho completamente vermelho. 

Assustei-me um bocadinho e fui ao médico oftalmologista.

O médico analisou-me os olhos com o oftalmoscópio e num ápice concluiu que se tratava de conjuntivite! Prontamente me comunicou que era contagioso, tinha de ter muito cuidado para conseguir não infectar o outro olho, e desinfectando as mãos despediu-se de mim com um aceno de mão e uma receita para aviar na farmácia. Disse que ia demorar alguns dias a passar mas que não me preocupasse.

Bolas.... uma conjuntivite?! a sério doutor?! Eu nunca tive isso! Nem sequer tenho muita comichão! - respondi eu ao médico.

Ora pois claro... então o que é que queria? Se nunca teve e agora tem é a primeira vez! Se a gente não nasce com uma doença, quando a temos tem de haver uma primeira vez! - disse-me ele a rir-se.

Eu ri-me também. 1-0 para o médico. :)

De facto, eu tenho muito esta mania. Se me acontece algo de novo a minha primeira reacção é negar ou recusar esse acontecimento e achar que não é bem assim porque lá está... é novo para mim. Acho que todos temos um bocado a mania de achar que a nós nada nos acontece, pelo menos nada que não nos tivesse já acontecido mais vezes!

Relativamente ao que tive nos olhos... Não consegui ir à farmácia naquele dia comprar o medicamento e no dia seguinte quando me levantei o olho já estava praticamente bom. Não sei se foi mesmo conjuntivite ou apenas alguma inflamação mas foram de certo as mais rápidas de sempre!
De qualquer forma acho que fiz bem em ir logo ao médico... já desde pequena que só o facto de ir ao médico me põe logo melhor! lololololololol Ele pode até nem acertar no diagnóstico ou na medicação mas desta vez funcionou o síndrome entro-no-consultório-fico-logo-boa! LOLOLOL

segunda-feira, 16 de março de 2015

Toca a ter uma semana fabumarasuperlhástica! :D


Boa semana para todos!

Beijinhos

Interessante para empreendedores e startups

Trezentas coisas gratuitas e sensacionais - Uma enorme lista de recursos gratuitos feitos por pessoas geniais - COMO CRIAR, DAR A CONHECER E EXPANDIR UMA IDEIA DE NEGÓCIO.

Ver aqui.

Acerca do Narcisismo

Ter auto-estima é bom, ser-se narcisista já não é bem assim... e pode trazer muitos problemas!
Porque se é narcisista? Porque é que algumas pessoas têm uma maior tendência a adorarem-se a si próprias e por conseguinte centrarem o mundo em si, tornando-se com frequência pessoas egocêntricas e egoístas? 

Segundo este artigo... a culpa pode ser dos pais!!!

O que é isso de Inteligência?

Sempre achei os testes de QI uma coisa muito linear e portanto lacónica. A inteligência não se pode resumir a umas quantas perguntas que x pessoas se lembraram de achar importantes para calcular níveis de raciocínio. Porque é que se pergunta sobre A mas não se pergunta sobre B? Porque é impossível de averiguar o raciocínio sobre todas as coisas? Sim, claro, portanto a forma que temos de avaliar a inteligência é tal qual como ela própria na forma humana, limitada.
Ninguém até à data conseguiu compreender e alterar as leis da natureza pois não?! Ninguém até à data conseguiu ser um génio matemático e simultaneamente ser igualmente excelente em todas as outras actividades conhecidas. Portanto os níveis superiores de inteligência humana têm-se revelado isoladamente, por grandes áreas de conhecimento, e não de forma total.

Dizer que a pessoa x é muito inteligente é muito relativo e nem sempre constitui um elogio. Há mentes brilhantes mas simultanea e profundamente perturbadas (há até quem defenda que a sua excelência numa dada área se deve a um excesso anormal canalizado nessa vertente por oposição a defeito nas restantes...). O autismo, a psicose, a esquizofrenia são exemplos claros disto. Estas pessoas normalmente são muitíssimo boas ou fortes nas ciências exactas, nas artes, mas muitíssimo más ou fracas na interacção social, na integração na sociedade e por conseguinte na construção da sua própria felicidade. 
Ora, dado isto, pergunto-me... mas vale a pena ser (dito) inteligente se não conseguir ser feliz? Não, claro que não. Nesse caso a inteligência é apenas mais um handicap nas nossas vidas e não uma mais-valia!

Para mim inteligência é obviamente conseguir perceber facilmente as coisas (de áreas diversas, em diversos momentos e em diversos ambientes), é ter poder de adaptação e também de persuasão, é perceber a importância e o significado real das coisas quando elas acontecem e tomar decisões de forma segura, e é... conseguir viver a vida com descontracção e com um sorriso nos lábios, ou seja, é conseguir aceitar que de inteligentes temos (acesso a) muito pouco. É ser humilde portanto! É ser-se simples (não simplista)!
E...optimista, e criativo! E... bem-humorado! :)))
Essa é a ideia que tenho de pessoas que considero inteligentes.



"When I was in the army, I received the kind of aptitude test that all soldiers took and, against a normal of 100, scored 160. No one at the base had ever seen a figure like that, and for two hours they made a big fuss over me.

(It didn't mean anything. The next day I was still a buck private with KP - kitchen police - as my highest duty.)

All my life I've been registering scores like that, so that I have the complacent feeling that I'm highly intelligent, and I expect other people to think so too. 

Actually, though, don't such scores simply mean that I am very good at answering the type of academic questions that are considered worthy of answers by people who make up the intelligence tests - people with intellectual bents similar to mine?

For instance, I had an auto-repair man once, who, on these intelligence tests, could not possibly have scored more than 80, by my estimate. I always took it for granted that I was far more intelligent than he was. 

Yet, when anything went wrong with my car I hastened to him with it, watched him anxiously as he explored its vitals, and listened to his pronouncements as though they were divine oracles - and he always fixed my car.

Well, then, suppose my auto-repair man devised questions for an intelligence test. 

Or suppose a carpenter did, or a farmer, or, indeed, almost anyone but an academician. By every one of those tests, I'd prove myself a moron, and I'd be a moron, too. 

In a world where I could not use my academic training and my verbal talents but had to do something intricate or hard, working with my hands, I would do poorly. 

My intelligence, then, is not absolute but is a function of the society I live in and of the fact that a small subsection of that society has managed to foist itself on the rest as an arbiter of such matters.

Consider my auto-repair man, again. 

He had a habit of telling me jokes whenever he saw me. 

One time he raised his head from under the automobile hood to say: "Doc, a deaf-and-mute guy went into a hardware store to ask for some nails. He put two fingers together on the counter and made hammering motions with the other hand. 

"The clerk brought him a hammer. He shook his head and pointed to the two fingers he was hammering. The clerk brought him nails. He picked out the sizes he wanted, and left. Well, doc, the next guy who came in was a blind man. He wanted scissors. How do you suppose he asked for them?"

Indulgently, I lifted by right hand and made scissoring motions with my first two fingers. 

Whereupon my auto-repair man laughed raucously and said, "Why, you dumb jerk, He used his voice and asked for them." 

Then he said smugly, "I've been trying that on all my customers today." "Did you catch many?" I asked. "Quite a few," he said, "but I knew for sure I'd catch you." 

"Why is that?" I asked. "Because you're so goddamned educated, doc, I knew you couldn't be very smart."

And I have an uneasy feeling he had something there.

Autobiography by Dr. Isaac Asimov (1920–1992): 
It's Been a Good Life"
Outro artigo de opinião que achei interessante sobre o tema: ver aqui.

Ideia muito ecológica!

Então e se... quando morrermos, ao invés de sermos enterrados e apenas isso... formos enterrados e passarmos a constituir a matéria orgânica necessária para o crescimento de uma árvore? Muito ecológica esta ideia não acham?
Ninguém gosta muito de pensar sobre a morte ou sobre como gostaria de ser tratado após a morte mas talvez se associar-mos esse momento a renovação, equilíbrio, natureza e vida... sim... a vida... talvez o assunto se torne mais agradável e leve.

O projecto "Capsula Mundi" propõe-se como uma perspectiva nova e ecológica:

"As designers we have asked ourselves what is our role in front of a society distant from nature, satisfied and over loaded with objects. 
We wanted to dedicate our work to an important moment.
Death is a mysterious, delicate and inevitable step. The dead cannot be just a technical problem, it cannot be treated as a taboo. Regardless of the religion and culture we belong to, death is a biological phenomenon, it’s the same thing for everyone. No designer ever thinks of a coffin but this becomes a way of reflecting on how distant we are from mother nature".

"It’s the first Italian project created to promote the realization of green cemeteries in our country.
Capsula Mundi is a container with an old perfect shape, just like an egg, made with modern material -starch plastic- in which the dead body is put in a fetal position. Capsula Mundi is planted like a seed in the soil, and a tree is planted on top of it. The tree is chosen when the person is alive, relatives and friends look after it when death occurs. A cemetery will no longer be full of tombstones and will become a sacred forest."

"Man doesn’t only belong to the human race, but to the planet’s complex life. Since man has been able to express himself through writing, the tree represents the union between the earth and the sky, material and immaterial, body and soul. The vegetable world is an element of contact among us, complex organisms, and the mineral world, are sources we cannot get nutrition from. To make a coffin nowadays you cut down an old tree, of valuable wood. A coffin has a short life spand and is a product of our society. The growth of  a tree needs from 10 to 40 years and a coffin is used for three days. Capsula Mundi is produced with 100% biodegradable material, starch plastic. The starch is taken from seasonal plants such as potatoes and corn. Capsula Mundi saves the life of  a tree and proposes to plant one more. By planting different kinds of trees next to each other it creates a forest. A place where children will be able to learn all about trees. It’s also a place for a beautiful walk and a reminder of our loved ones."



Blind Devotion

Amar é acima de tudo respeitarmos o outro... ;) 

Blind Devotion | Jubilee Project


sábado, 14 de março de 2015

O cheiro da Figueira

Se há cheiro que gosto muito é o das figueiras. É doce, envolvente e quente. hummm que bom! Esta não a tenho na horta... mas gosto tanto dela como qualquer uma das minhas outras árvores (!!!até parece que tenho muitas!! lol). É a minha figueira baby. 
Quem também gosta muito de cheirá-la são os meus gatos!! Volta e meia lá anda um narizinho curioso de volta da pequena árvore!
Com a chegada do bom tempo deixou de ser apenas um conjunto de pauzinhos e na ponta destes nasceram folhas novas, bonitas. 
É linda!
Aqui está ela (e também aqui está a Xaninha que enquanto tentei fotografar a Figueira não saiu dali!!!):
Figueira e focinho da xaninha

Figueira e Xaninha curiosa e intromedita e a querer aparecer nas fotos! :)

Figueira e focinho da Xaninha (para variar....) lololololol

Receitas: Quiche de fiambre e cogumelos

Faz-se um refogado com azeite, cebola e alho. Quando a cebola estiver "loirinha" coloca-se o fiambre cortado aos cubos, os cogumelos e para aligeirar e desenjoar as proteínas coloca-se também verdura (eu coloquei alho francês e rúcula). Deixa-se cozinhar até apurar. Dispõe-se sobre a massa folhada ou quebrada (dá com os dois tipos! embora eu prefira a massa quebrada.) e em seguida rega-se com 200ml de natas misturadas com 3 ovos e pimenta. Vai ao forno cerca de 1 hora. ;)
Bom apetite!





Bom fim-de-semana!


Pessoas maravilhásticas :) :) que estão aí desse lado... tenham um excelente e colorido fim-de-semana! 

Beijinhos

Receitas: Tarte de Maçã com doce de alfarroba


Aqui vai mais uma receita de Tarde de Maçã super fácil de fazer e muito económica, e saudável, a la Ana Di!
Imaginação, criatividade, amor e sentido prático são os principais ingredientes para inventar receitas e que estas fiquem saborosas! :)

Ingredientes: massa quebrada redonda, maçã starking, doce de alfarroba, limão, leite.

Dispor a massa na forma e picá-la com um garfo para que cresca bem, Cortar as maçãs sem casca em meias-luas e dispor sobre a massa. Levar ao lume um frasco de doce de alfarroba , sumo de um limão e leite q.b. Deixar que a mistura ganhe homogeneidade e alguma espessura. 
Colocar a mistura sobre a maçã e levar ao forno.
Esperar cerca de 30 a 45 minutos e já está!

A alfarroba com o limão e a maçã têm uma harmonia excelente. Ainda melhor se servida fresca!

Novidades da horta

Levo a semana inteirinha a desejar que chegue o fim-de-semana para me poder levantar nem que sejam 5 minutos mais tarde! Mas sabem o que é que acontece com bastante frequência?! Pois bem... antes mesmo da hora a que costumo acordar durante a semana já estou completamente desperta e portanto tenho de levantar-me. Em surdina zango-me comigo própria, que não me devia levantar, que preciso dormir... mas o corpo ganha vida sozinho e quando dou por isso são 8 da manhã e já ando a deambular pela casa e a pensar nas coisas que quero fazer durante todo o dia.
Ora bem, hoje foi um desses dias! Custou sair de casa tão cedo a um sábado, e lá fui, chamando nomes a mim própria, até à horta.
Cheguei lá e... passou-me toda a "rezinguisse". A minha horta está linda, viçosa, de verde vida e esperança. E aquele ar puro! Ahhhhh.... Respirei fundo e adorei estar ali, de manhã bem cedinho, a usufruir do cheiro das plantas ainda orvalhadas, a admirar as cores que as flores estão a tomar... enfim, completamente encantada! Reguei, estive a ajeitar as favas que estão crescer, e cuidei de mais algumas coisas. Aquele ar puro, a água da rega, o ambiente límpido, carregaram-me as energias.
Não dormi o que precisava mas de repente senti-me renovada e feliz!
Adoro a terra, semear e plantar, e acima de tudo apreciar o crescimento das coisas e cuidar delas. É maravilhoso!

Aqui estão alguns registos fotográficos da minha hortinha:

Hortelã-menta 

 Erva-Cidreira
Batata

 Couve
Couve Caldo Verde já em flor

 Alho-francês
 Os primeiros (e lindos!) rebentos da romanzeira :) :)

Beterraba

 Favas
 Rúcula já em flor
 Favas
 Oregãos
 Os meus morangueiros :)
 A flor das couves

terça-feira, 10 de março de 2015

Sol e temperatura amena = Bom tempo = Boa semana = Good vibes = Sorrisos = Tudo bom! :)


(Not) Boring!



Um dos criadores e produtor da série animada mais mediática e intemporal, que marcou gerações e cujas personagens se tornaram ícones, morreu esta semana. Sam Simon sofria de doença terminal. Foi filantropo e... que dizer mais... criou os Simpsons! Obrigada só por isso!
Eu sempre adorei os Simpsons. Há anos que vejo. E acho sempre excelente cada episódio. Cada particularidade de cada personagem. O murmúrio carinhoso e resignado da Marge e o Boriiiing! do Homer. E depois adoro o Moe do bar, sempre muito irónico, seco e pouco dado a higienes, e o Barney, o bêbado e barrigudo mais caricato de sempre, e depois também gosto muito do Clancy Wiggum, o chefe de polícia. Muito pouco... polícia... :) E gosto de todas as personagens no geral.

Bem haja a pessoas que ousam ter este tipo de ideias e as concretizam! 

Aproveitem a vida! Não se deixem ficar Boriiiing!!! :)

Surrealidades do meu dia-a-dia #16

Se isto não é um muito bom (quiçá excelente e surreal!) exemplo de concorrência de mercado exercida com muuuuuito espírito de partilha... então não sei o que será! 

Ora imaginem-se a serem abordados por um comercial da NOS (antiga OPTIMUS) que vos tentar dar a conhecer (impingir, como fazem todos os comerciais de todas as marcas e empresas!!) os serviços da empresa de telecomunicações, dos novos e mais rápidos e fantásticos e maravilhosos e alucinantes serviços, tudo pela módica quantia de 49,99€!!! (uhuhuhu, yeeeee, palminhas!!) Até aqui tudo bem, e nada de novo face ao que as empresas concorrentes da NOS também fazem por aí para angariarem novos clientes.

Agora... o comercial da NOS dar-vos o panfleto da NOS com o resumo da promoção e com o número para o qual devemos ligar se quisermos aderir e esse número ser da VODAFONE (tipo...sim...)... AÌ SIM!!! HÃ? QUÊ?! COMPLETAMENTE NOVO! E insólito! E muito fofinho entre as empresas! glup!

Não acreditam? Então vejam lá o panfleto que me entregaram ontem:


Ah.... e só por via das dúvidas eu confirmei. Este não é um daqueles números que antes seria da empresa x e agora pertence à y (chama-se a isso portabilidade). Não... este é mesmo um 91 e é da Vodafone! Oh yeah!

Surrealidades do meu dia-a-dia #15

Este acontecimento/constatação talvez seja mais insólito do que surreal mas avante. Ou talvez ainda seja apenas um devaneio em jeito de ironia. Ou então é apenas estúpido! :)

Ora vai uma pessoa muito bem a passear na rua e dá de caras com esta inofensiva caixinha de fruta. Muito bonita a caixa, sim. Mas e a marca?! Que raio de nome é este?!

PORRAS?!?!? Atão mas que jeito.... aiiiiiiiiii senhores!!!


Daqui a pouco começamos a ver tomates da marca COLHONES e cenouras da marca PILAS ou ainda nabos da marca MAMOCAS, ou ainda feijão verde da marca PIRETES, ou.... um sem fim de... criatividades!

Por acaso não digo muitos palavrões. Às vezes um aqui, outro ali, numa dada situação, isso sim, mas por norma não digo. Nem me sinto bem a fazê-lo. De qualquer forma, PORRA foi sempre daqueles que nos dizem que não é muito mal-criado, que é do mal o menos, etc etc, embora nunca ninguém soubesse muito bem definir ao que diz respeito. Uns dizem que se refere ao pénis, outro ao sémen, mas em calão. Pois bem, seja aquilo que for, para mim também está no grupo dos nomes mal-criados e a não dizer (muitas vezes, pelo menos!). Excepto... sim... excepto quando... formos ao supermercado comprar umas laranjinhas... aí sim... dada a imagem... acho que podemos pedir a marca PORRAS! :P :D

Quem sou eu em mim?

"Nós nascemos sozinhos, vivemos sozinhos e morremos sozinhos. Somente através do amor e das amizades é que podemos criar a ilusão, durante um momento, de que não estamos sós."

Um dia alguém me disse num tom sério que "a única pessoa com quem poderás para sempre contar é contigo própria". Embora na altura não percebesse bem o significado desta frase, desta mensagem, percebi naquele momento que era algo muito importante. E é mesmo. 
Egocentrismos e egoísmos à parte, aquele com quem teremos para sempre de conviver, aquele que estará sempre connosco, no bem e no mal, aquele que ouve os nossos pensamentos mais sórdidos e presencia cada momento nosso... somos nós mesmos. Não é fácil perspectivar isso. A maioria de nós vê-se como um ser uno, mas é possível tentar dissociar-mo-nos de nós próprios e constatar-mos aquilo que afinal somos, de forma imparcial. 
Quando na vida começamos a perceber, gerir e a aceitar as nossas próprias dificuldades e defeitos (i.e. a conhecer-mo-nos melhor), e por outro lado começamos também a perceber as nossas qualidades e virtudes, torna-mo-nos mais conscientes e fortes. Capazes de entender que acima de tudo devemos respeito e amor a nós próprios. Afinal de contas, é com esse ser que vamos lidar a vida inteira! Portanto, é bom que o alimentemos, cultivemos, respeitemos e por ele oremos. Somos sagrados, únicos e perpetuamente especiais.

A melhor forma de saber se gostamos de nós é passar algum tempo sozinho a conversar-mos e a conviver-mos connosco próprios. Se isso nos incomodar há algo errado na nossa vida. Andamos a temer ou a evitar algo. Se, por outro lado, nos agradar e nos induzir num estado sereno, então estamos em paz e em comunhão connosco próprios. Só assim conseguiremos estar verdadeiramente em paz e em comunhão com os outros.