terça-feira, 28 de outubro de 2008

Sol II


Portugal ou qualquer outro lugar - 2008
Fotografei o Sol. (:S...?!?#$!?!?....!!!!)
E Eis o resultado. (...)
:) :D

Portugal 2008

Esta imagem para mim representa parte de um caminho. Podemos continuar, também podemos voltar atrás, podemos ainda parar e quem sabe semi-cerrar os olhos e perscrutar o horizonte em busca de alguma resposta, uma pista sobre o que estará lá mais à frente. Se o fizermos pagamos com tempo. Uma viagem.

Esta imagem fez-me também lembrar de uma música que gosto bastante, e que já não ouço há algum tempo. Mas lembro-me da letra, e do videoclip, das mensagens e imagens sobre (e de) pessoas desaparecidas. Muitas crianças... Demasiadas viagens com bilhete só de ida.


"Runaway Train" - Soul Asylum - 1993

"Call you up in the middle of the night. Like a firefly without a light. You were there like a blowtorch burning. I was a key that could use a little turning. So tired that I couldnt even sleep. So many secrets I couldnt keep. I promised myself I wouldnt weep. One more promise I couldnt keep. It seems no one can help me now, Im in too deep; theres no way out. This time I have really led myself astray. Runaway train, never going back. Wrong way on a one-way track. Seems like I should be getting somewhere. Somehow Im neither here nor there. Can you help me remember how to smile? Make it somehow all seem worthwhile. How on earth did I get so jaded? Lifes mystery seems so faded. I can go where no one else can go. I know what no one else knows. Here I am just a-drownin in the rain. With a ticket for a runaway train. And everything seems cut and dried, Day and night, earth and sky, Somehow I just dont believe it. Runaway train, never going back. Wrong way on a one-way track. Seems like I should be getting somewhere. Somehow Im neither here nor there. Bought a ticket for a runaway train. Like a madman laughing at the rain. A little out of touch, a little insane. Its just easier than dealing with the pain. Runaway train, never going back. Wrong way on a one-way track. Seems like I should be getting somewhere. Somehow Im neither here nor there. Runaway train, never coming back. Runaway train, tearing up the track. Runaway train, burning in my veins. I run away but it always seems the same."

terça-feira, 21 de outubro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008


Elvas - Portugal 2008

Disse-me esta mulher com o olhar:
Esta é a minha fé.
A minha fé diz-me o que preciso ouvir.

E alguém lhe diz (mas ela não ouve):
A tua fé és tu.
És tu que te dizes o que precisas de ouvir.

Essa força vem de ti.

Crença. Fé. Esperança. A que se resume isto?

What is religion? What is your religion?

segunda-feira, 6 de outubro de 2008


Mina - Portugal 2008

O que vês quando olhas no espelho?

Sol


Mina - Portugal 2008

Sol é astro luminoso. É estrela. É centro do nosso sistema planetário. É a quinta nota da escala natural. É peixe plectógnato. É a porta nas antigas vilas e cidades muralhadas. É aquilo que nasce e se põe e que assim define os dias.

E é bom senti-lo na pele.

terça-feira, 30 de setembro de 2008


Barcelona - Espanha 2008
À medida que caminho, pé ante pé, passo após passo.
Pergunto-me que mecanismo é este que não nos deixa parar.
Que relógio de corda sem corda avança destemido por tempo desconhecido.
E não convém parar. Porque parar já toda a gente sabe o que é.
Continua!


Mora - Portugal 2008

Now all i think about is you.
It ain't madeness, it ain't foolishness.
It is what it is.
Now it is sacred to me.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008


Oura - Albufeira - Portugal 2008

"Só a Arte tem o poder
De a todos nós transmitir
O que todos podem ver,
Mas poucos sabem sentir."

....mais um verso do espontâneo poeta António Aleixo.
e Arte pode ser tanta coisa... o que é para ti isso da Arte?

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Por falar em Estação

Já agora aproveito para dizer...para ti

ADOREI A ESTAÇÃO!!! :)

Quem ler sabe para quem é.

Quem é?

terça-feira, 23 de setembro de 2008


Mina - Portugal 2007
Amigos... parece que já chegou o Outono...
Boa estação! :)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008


Oura - Albufeira - Portugal 2008

"Mi gran amor te di, tan sólo eso. Y el alma te ofrecí junto a mis besos... y te amaré...tu gran amor sentí muy ternamiente...tus besos devolví, muy dulcemente... y te amaré.

Un gran amor como mi amor, ha de passar a la eternidad. Y las estrellas son resplandecientes. Que guiarán mi amor eternamente... y te amaré" (Mi Gran Amor Le Di - Jose Alberto)

Já conheço esta música há anos e acho que tem qualquer coisa de peculiar, não sei se é o ritmo se a simplicidade das palavras, mas que tem, para mim tem.

Já agora. O texto parece não ter nada a ver com a imagem...pois é. Mas também faz falta quebrar regras de vez em quando e neste caso, descobrir qual a relação entre as palavras e a imagem, nunca deixando de admitir que pode ser....nenhuma :D


Oura - Albufeira - Portugal 2008

Vá um postalinho de recordação...

Oura (Albufeira) - Portugal 2008

A mim lembra-me um submarino e a ti?

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

A Janela


(na janela de alguém...) - Portugal 2008

Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a-the time
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to fulfil the book.
Won't you help to sing
These songs of freedom?
'Cause all I ever had:
Redemption songs
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.

"Redemption Song"´is the last track on Bob Marley's ninth Island music album, Uprising. At the time he wrote the song, circa 1979, Marley already had been diagnosed with the cancer that later was to take his life. According to Rita Marley, he was already secretly in a lot of pain and dealt with his own mortality, a feature that is clearly apparent in the album, particularly in this song. (in http://en.wikipedia.org/wiki/Redemption_Song)

Encontrei esta imagem numa janela de alguém, que desconheço, quando ia a passar na rua e olhei para cima, por acaso. Não sei se serve apenas de cortinado... mas gosto da ideia de associar o Bob Marley e a sua passagem por cá e toda a sua obra com a alegoria da janela. Como se o seu trabalho e a forma como ainda hoje influencia gerações fosse realmente uma janela, um foco de liberdade e inspiração.