Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Músicas que... ... oiçam. :)

U2 - Every Breaking Wave - Later... with Jools Holland frase que não me sai da cabeça.... " every gambler knows that to lose is what you're really there for" ... Talvez o que importa seja apenas jogar. Arriscar. E quem sabe que não será a derrota muito mais importante e sábia do que a vitória. Quem sabe, right?! Slow Dancing written for Willie Nelson by U2

O que é ser livre?

Paula Cole - Free O que é ser livre para vocês? É algo bom ou assustador? Para mim ser livre é, acima de tudo, ter saúde e ser capaz de tomar as minhas próprias decisões, mesmo que estas impliquem prender-me ou agarrar-me a algo. (!!) Ser livre não implica necessariamente anarquia, falta de regras ou fazer tudo o que apetece quando apetece. Isso não é ser livre. Isso é andar um bocado perdido, armado em rebelde, mas no fundo sem um sentido ou caminho percorrido. Eu sou livre... e sempre serei... pois espero nunca perder a capacidade de sonhar! 

Fofuras... Boa semana!

Fofos e fofas... um beijinho grande para todos e votos de uma excelente semana! A minha, entre outras coisas,vai passar por: 1. tentar curar-me de uma vez por todas desta tosse louca; 2 . fotografar muito; 3. passar-me da cabeça com os meus gatos e a relação complicada que eles às vezes têm; 4. respirar fundo e ser positiva acerca daquilo que a vida nos traz; 5. transferir muita energia boa e sorte para alguém querido que vai para fora, e começa agora uma nova fase da sua vida, entrando no mercado (vulgo selvajaria) de trabalho e tudo o que isso implica; 6. sentir o caos cá dentro mas sorrir. :)

Pois é...

Pois... eu sempre fui desta opinião e continuo a achar que resolveria grande parte dos "problemas" pessoais, profissionais, regionais, nacionais e até mundiais!!! Não sei se sou eu que não gosto de "levar nada para casa" nem perder tempo a matutar nas coisas e por isso digo logo o que tenho a dizer no momento, mas sinto que a maior parte das pessoas, não só não o faz como eu (que talvez seja um bocadinho extremista às vezes, confesso) como antes evitam. Preferem não falar, não partilharem o que pensam, de quem pensam. Ora isso leva a mal-entendidos, a relações perturbadas e condenadas, e acima de tudo alimenta muita da hipocrisia e falsidade que caracterizam o nosso dia-a-dia. Para quê? Isso é algo tão vazio. E a vida é tão curta para perdermos tempo da nossa vida com isso! É tão mais fácil falar abertamente. A sério, experimentem. Para além de ser libertador... é óptimo para consolidar posições, é o melhor meio de resolver conflitos (embora pareça que se ...

Surrealidades do meu dia-a-dia #6

O acontecimento de hoje é capaz de não ser assim tão surreal nem acontecer a pouca gente, infelizmente... 8 horas da manhã. Novembro. Dia frio e enevoado. Não se vê ninguém na rua. Eu sinto-me doente. Já ando assim há alguns dias e, após uma noite mal-passada a tossir, decido ir às urgências do Centro de Saúde da minha área de residência. Fiz a inscrição, paguei, e aguardei que me chamassem. Primeiro nem me sentei porque reparei que não estava ninguém a ser nem para ser atendido, se não eu, e portanto devia ser imediatamente chamada. Passaram alguns minutos e não fui, Decidi então sentar-me. Após cerca de 10 minutos (sim... para quem não tinha ninguém à frente achei uma falta de respeito enorme!!!) a médica lá me chamou.  Entro no gabinete. Ela nem fez por disfarçar. Em cima da secretária tinha um livro sobre a história da rainha Vitória de Inglaterra, com o respectivo marcador quase no final, e indubitável e visivelmente colocado em cima da mesa numa posição de quem estev...

Música boa... em português ;)

Mikkel Solnado feat. Joana Alegre - E Agora? D.A.M.A. - Às vezes

Leituras - "Torrada Queimada e outras Filosofias de Vida"

de Teri Hatcher. 2006. Teri Hatcher, para quem não está a conhecer o nome, é a actriz que fez sucesso como Lois em "Super-Homem" e como Susan Mayer em "Donas de Casa Desesperadas". O título - Torrada Queimada - e a introdução que Teri faz dão logo para perceber que o livro se trata de um partilhar com o mundo as inseguranças, medos e fragilidades que ela tem sido ao longo da vida, mas ao mesmo tempo a forma como aprendeu a lidar com essas dúvidas e obstáculos (que toda a gente sente!). Basicamente, ler o livro parece ser como se estivéssemos a falar com ela (ou ela connosco), de forma muito despretensiosa, simples, e muitas vezes divertida, sobre coisas mundanas, mas que afinal todas essas pequenas coisas juntas fazem o nosso dia-a-dia, a nossa vida e, em última análise, o que somos e como somos. É um livro leve, que se lê muito bem, como uma conversa com uma amiga. Muitas das batalhas interiores que Teri descreve são transversais a todas as mulheres. Não...