terça-feira, 23 de outubro de 2007

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Cavalo II


Foto II cavalo branco - Mina - Portugal - Outubro 2007
Efeito contorno

Cavalo I


Foto cavalo branco - Mina - Portugal - Outubro 2007
Negativo verde vermelho de foto cavalo branco

terça-feira, 9 de outubro de 2007

"A mente sã mente somente.
Louca a outra desmente."
Há anos atrás recebi de presente um separador de livros muito simples e normal com uns desenhos tipo banda desenhada, em que um homem conversa consigo próprio. As falas nos balões têm estas duas frases que aqui apresento, e que desde essa altura me fazem pensar no que será supostamente aquilo a que chamamos loucura versus razoabilidade ou normalidade. Estarão os conceitos trocados? Será o louco são e o são demente? Será o génio só fruto de loucura ou tem uma percepção acima do normal? Serão as pessoas ditas normais as que vivem no "tudo ao contrário" e sem certo sentido, sem um rumo certo, mas com regras e bóias de salvação? Talvez esta discussão não interesse nem sirva para muito pois cada um será aquilo que quiser. Já diz o provérbio que "de médico e de louco todos temos um pouco", e penso que não precisamos necessariamente de catalogar este e aquele para nos identificarmos e sabermos com o podemos contar.
Há um suposto "sem abrigo", a quem deram uma alcunha igual ao nome de um conhecido filósofo grego, que costumo ver muitas vezes e com quem até já falei. É uma figura que não passa despercebida a ninguém. Magro, alto, cabelos e barbas enormes e brancas. A estória dele, que qualquer dia se transformará em lenda, é que ele era um homem igual a tantos outros, que estudou, casou, trabalhou, até um dia...um dia em que a mulher o deixou e ele deixou também de acreditar no sentido que a sua vida supostamente tinha. Licenciado em Filosofia, com casa própria, começou a viver na rua por vontade própria também...e desde há anos entre outras coisas passa os dias a vaguear pelas ruas conversando com aquilo a que ele chama de entidades superiores, recebendo informações sobre o futuro e arquitectando com os anjos os desígnios de cada um. Mas há uma coisa diferente nesta pessoa. O olhar dele, que de louco não tem nada. E não sei até que ponto o será. Quem encarar a forma como ele vive de forma diferente, como algúem que não vagueia mas que passeia, alguém que não passa fome nem frio mas que sobrevive e faz aquilo que quer, alguém que inventa e teatraliza que é louco para poder viver como vive e saber que "louco é quem diz...eu não, eu sou feliz" (expressão na música "Balada do Louco" de Rita Lee e que se pode ouvir no link abaixo) talvez se pergunte se não será tanto ou mais sanu que outro sanu qualquer...

segunda-feira, 1 de outubro de 2007


Sagres - Portugal - Setembro 2007

África é para ali.
Por ali está África.
África é já ali.
Por aqui ver-se-á, África.