quarta-feira, 29 de julho de 2015

... sounding on the background...

Florence + The Machine - What Kind Of Man (The Odyssey – Chapter 1)

Florence + The Machine - St Jude (The Odyssey – Chapter 2)

Florence + The Machine - Ship To Wreck (The Odyssey – Chapter 3)

(do album: How big, How blue, How beautiful)

Apanhadíssimos em flagrante... ronhisse!

Ah ah!

Agora percebo porque é que os meus bichanos brincam tanto de madrugada (levam noites inteiras a correr pela casa, a perseguirem-se, a enrolarem-se em acesa brincadeira, a desarrumarem tapetes e almofadas e tudo o mais que se lhes apareça no caminho!. Quando me levanto de manhã tenho a casa meio de "pantanas"... nada que não se arrume em 5 minutos é certo mas percebe-se que houve por ali muita "festa" à noite, Isso e às 5 e 6 da manhã suas exas. meus bichanos gostam de acordar a malta e dar os seus bons-dias! Uns amores!

Ora... parece-me que andamos com os sonos trocados... É que basta passar um dia inteiro em casa com eles para perceber o que é que eles fazem de facto durante o dia: dormem! Horas e horas seguidas! Levam o dia inteirinho no relax. Espreguiça para aqui, ressona para acolá, é uma maravilha! Não admira que à noite tenham as pilhas mais do que carregadas...

A Xaninha na sua posição preferida para descansar e dormir. Toda espernegada e esticada! Às vezes olho para ela e parece que está morta tal não é o grau de relaxe, e fico assustada mas depois confirmo que ela está só muito na boa!!! :) :D :)

Sua Exa. Doutor Excentíssimo Malandro... esse dorme das duas maneiras. Ora muito enroladinho, ora esticadinnho. Aqui estava na fase espernegado/esticado. Sempre muito zen...

É caso para dizer... Rica vida têm estes dois heim! :P

Receitas: Bolo de Courgette e Nozes

Muito fácil de fazer e super fofinho e saboroso! Uma amiga deu-me a receita do bolo que ela fez no seu aniversário e eu adorei! Experimentei agora fazê-lo em casa. Fica um bolo rico sem ser enjoativo. Tanto serve para ter em casa e lanchar no dia-a-dia como também serve para um evento mais festivo (nesta última situação pode apostar-se numa cobertura e/ou enfeites).

Ingredientes:

  • 2 chávenas de açucar
  • 5 ovos
  • 1 chávena de óleo
  • 2 chávenas de courgette (cortada em pedaços muito pequenos, ralada ou triturada)
  • 1 chávena de nozes moídas na picadora
  • 2 chávenas de farinha
A ordem de mistura é a que segue a lista de ingredientes acima, ou seja, mistura-se o açucar com os ovos, depois o óleo, depois a courgette e as nozes e por fim a farinha.

Vai ao forno a 180ºC a cozer. Passados cerca de 45 minutos está pronto!

Bom apetite!

O poder de discernir... e decidir!


Todos temos um pouco de ambos. A questão é qual dos lados deixamos emergir de forma mais intensa e/ou frequente. E sim, admitir que temos o poder de saber que temos esses dois lados antagónicos e que sim, somos nós quem decide qual dos dois deixamos vencer. Eles lutam mas o árbitro e simultâneo campo de batalha somos nós!

Tirei foto a este diálogo que vi impresso algures num saco de papel. Porque a mensagem é única!

Receitas: Doce de Tomate a la Ana Di!

Ora bem... embora seja o meu doce preferido nunca me tinha aventurado a fazer o doce de tomate. Esta foi a vez!
Informei-me aqui e ali, perguntei a várias pessoas, li várias receitas, e acabei por criar a minha! Sim, porque para além do facto de não usar balança nos meus cozinhados (sim... faço quase tudo "a olho"), quando me sinto criativa e inspirada sei que vai correr bem (...faço figas!! lol) e gosto de alterar ou introduzir novos ingredientes nas receitas e realmente até à data não tem corrido mal!

Tinha destinado já alguns quilos de tomate (carnudo e maduro) para fazer o doce. Aqui vão os passos:

1 - Pelar o tomate - aqui usei uma técnica que vi na internet e deu imenso resultado. Começamos por cortar a pele na base do tomate fazendo uma espécie de cruz (são estas pontas que depois iremos puxar para pelar o tomate) - ver foto abaixo. Colocam-se os tomates em água a escaldar e de seguida em água gelada. Em meros segundos estão prontos a pelar. Puxamos cada ponta da cruz que fizemos anteriormente e a pele sai muito fácil e rapidamente.


2 - Todas as receitas dizem param pelar e "sangrar" (tirar líquido e sementes) o tomate. Mas eu não fiz isso. Apenas pelei o tomate, e cortei em pedaços. (porquê? Porque gosto de encontrar as sementes do tomate e porque o seu líquido é precioso de forma que não me apeteceu desperdiçá-lo e além disso tinha tempo... sim porque sabia que assim o preparado ia ficar mais líquido e demoraria mais tempo a cozer. Portanto quem não tiver muito tempo faça favor de não fazer o que eu fiz!).

3 - Coloquei tudo na panela onde iria fazer o doce e usei a varinha mágica para triturar tudo (deixei ficar um ou outro pedaço de tomate). Ficou de facto muito líquido mas não me assustei... :)


4 - Agora aqui é que entram as medidas. Portanto, era uma panela grande quase cheia pelo que comecei por usar 1kg de açucar amarelo. O que queria fazer era 0,5kg de açucar para 1kg de tomate. Provei. Como achei pouco doce fui adicionando açucar até sentir que já estava doce. Acabei por usar 1,5kg de açucar para aquilo que calculei como 3kg de tomate pelado.
Para cortar com a acidez do tomate coloquei sal qb.
Coloquei dois paus de canela.
Adicionei canela em pó a meu gosto (sim, adoro canela!)
E por fim, para além da casca de limão que as receitas tradicionais dizem... adicionei também o sumo de um limão pequeno.
Prova-se e verifica-se se está a gosto.
Se sim, colocar ao lume, primeiro na potência máxima até ferver, e depois no mínimo, mexendo regularmente.

5 - Quando, já depois de ter colocado no mínimo, e já passadas algumas horas (no meu caso foram cerca de 5 horas...) o preparado começar novamente a ferver, a borbulhar, a fazer uma espécie de espuma, e a querer engrossar, não se deve parar de mexer para não deixar queimar. Muito cuidado nesta fase com os salpicos sob risco de se queimaduras!!


6 - Quando o doce fizer estrada (i.e. colocam um bocadinho num prato e passam com a colher ao meio e a separação ou estrada fica intacta), o doce está pronto! Nesta fase pode deixar-se engrossar mais ou menos consoante os gostos, mexendo sempre.
No meu caso o doce já pronto ficou em 1/3 da quantidade que estava na panela quando comecei a cozer.
Por esta altura já a casa toda tem um cheiro intenso ao doce e à canela. :) tão bom... :)

7 - De seguida coloca-se o doce dentro dos frasquinhos destinados para o efeito. Fecham-se os frascos e colocam-se de "cabeça para baixo" durante 24 horas para arrefecer e fazer vácuo e permitir assim que o doce tenha um maior grau de durabilidade (cerca de 1 ano após aberto). Se for para comer de seguida ou nos próximos dias pode colocar-se logo numa tigela ou em frascos sem estar a criar vácuo (dura aproximadamente 1 mês).




8 - Et voilá! Passadas 24 horas os frasquinhos estão aptos a serem voltados para cima e para serem oferecidos e/ou guardados e/ou consumidos.



As fotos não têm cheiro nem gosto... eu sei... e o que é doce nunca amargou... mas o meu doce de tomate ficou super saboroso e apurado. Quem provou adorou!!! :)

A parte chata é que demora imenso tempo a fazer (cerca de 5 a 6 horas ao lume, e no meu caso porque não "sangrei" os tomates) e exige que estejamos sempre por perto. De resto... a parte da limpeza da cozinha no pós-cozinhado também não se deve ocultar. ALERTA!! Vão haver salpicos por toda a parte (portanto tratem logo de tapar ou proteger os arredores do fogão) desde paredes a chão! De qualquer forma se os salpicos forem limpos na hora (ainda não estiverem secos) é rápido!
As panelas, podem colocar em água, de molho, que passados alguns minutos estão quase limpas e fáceis de lavar!

;)

domingo, 26 de julho de 2015

Tudo o que é artificial...

... não presta! Nunca tive e espero nunca ter dúvidas acerca disso. E tudo o que é feito no limite também não é bom. Ambas as situações têm um preço elevadíssimo a pagar, e muitas vezes só se apercebe disso tarde demais.
Achei este documentário muito importante e de certa forma sensibilizador. Por um lado aborda o facto do Desporto ter passado a ser cada vez mais um negócio, em que os valores de competição justa são subjugados por interesses maiores que em nada respeitam àquilo que o Desporto e a competição saudável deveria ser.

(A intensidade exagerada de alguns desportos pode parecer aliciante e desafiante quando se está a praticar e se tem a ilusão de atingir limites. Nunca achei saudável e portanto não considero que ficar KO, com lesões, sentir-se mal durante o treino, etc, seja bom ou algo de que se deva orgulhar. Esses são sinais que o nosso corpo nos está a dar em como estamos a abusar!!!! Curiosamente vejo muita gente (cada vez mais!!! o que é preocupante...) cega por desporto (chamam-lhe assim mas aquilo é mais obsessão do que outra coisa...), a ponto de exibirem lesões como troféus.(?!?!?!? não entendo isso!) Ora... tendo em conta que nos tempos modernos não há batalhas nem precisamos de lutar pela nossa vida e pelo nosso território, parece-me que internamente esse desejo e objectivo continuam vivos na essência de muita gente. Isso, e encontrar um escape que seja simultaneamente uma forma de se evidenciar perante os outros. E assim, é a única razão que considero justificável, encaram o desporto como a forma de descarregar essa expectativa visceral de lutar, sobreviver e de exibir as feridas de guerra. Acho que fora isso, que talvez permita entender esta atitude de massas, as pessoas fazerem desporto até atingirem um ponto que implique ou origine doença e/ou ferida ou lesão, só pode ser patológico! É imensamente doentio!
Bem, mas avante. Cada um com a sua tara!)

Todos os exageros que cometermos com o nosso corpo têm o seu retorno, a curto, médio ou longo prazo, de forma directa ou indirecta. Seja no desporto, alimentação, descanso (ou falta de), entre outros.
Tudo o que é não natural... até um "simples" anti-inflamatório produz no nosso organismo um reverso, um preço a pagar. Faz bem, aparentemente, a uma coisa, mas saibamos que nesse mesmo momento estamos a abdicar de outra...

O documentário que aqui recomendo aborda os efeitos da alta competição na saúde dos atletas e das suas futuras gerações, Há que repensar muita coisa na forma como estamos a encarar e até a apreciar Desporto, Fala-se de doping, dinheiro, esclerose lateral amiotrófica, suicídio, desgaste físico e psicológico, depressão, malformações fetais, deficiências, doença e... acima de tudo tenta fazer-nos relacionar aquilo que o Desporto devia ser para a Saúde, e vice-versa, e aquilo que é ou em que se tornou. E qual o nosso papel, enquanto espectador ou praticante nisso.

Muitíssimo interessante.

Observatório do Mundo - Industria do Desporto - TVI 24

Novidades da horta...

Tenho andado um bocadinho ausente no que respeita a actualização das notícias da horta. E a razão é... precisamente a própria horta! Deixa-me sem tempo para nada! Nem sequer me tenho lembrado de tirar fotos! Isto de ter uma horta não é só regar e fazer festinhas às plantas como algumas pessoas parecem pensar... É bonito e é uma sensação única ver crescer o que semeámos e cuidamos, mas tal só se consegue com muito trabalho, cansaço e dedicação. Quem disser o contrário das duas uma, ou está a mentir ou não tem uma horta de verdade. Por vezes pergunto-me se ao invés de eu consumir a horta não será a horta que me consome a mim! Tal não é o desgaste! Mas depois chego lá e rego e apanho umas coisinhas e semeio outras, e convivo com os vizinhos hortelãos, e passa-me a descrença! Fico absolutamente deslumbrada com as cores e os cheiros. Fecho os olhos e respiro aquele ar tão puro e fresco! :) Gosto!

Aqui estão as fotos tiradas hoje de manhã cedo:


Algumas dessas fotos:










sábado, 25 de julho de 2015

Bom fim-de-semana!


True, if you believe! :)

Acho que sim. Concordo, Chamem-lhe universo ou outra coisa qualquer. Nós temos em nós um enorme poder de fazer as coisas acontecerem, se nelas acreditarmos de verdade e se por elas nos esforçarmos sem medida. Mas esse poder só se manifesta se primeiro percorrermos de olhos vendados um caminho desconhecido.

Bom fim-de-semana!

Beijinhos!

Fofices ou... Surrealidades do meu dia-a-dia #30

Pérolas da minha sobrinha/filósofa de 4 anos: 
"Sabes tia às vezes precisamos estar sozinhos. Faz bem de vez em quando!".... e eu pensei wow!! Isto foi profundo... ao que ela termina a sua reflexão... "é bom estarmos sozinhos especialmente se estiver muito calor! É que juntos não aguentamos estar ao pé uns dos outros!!!" . E tem muita razão sim senhora!! É uma rapariga muito filósofo-pragmática a minha querida sobrinha!

Sempre a (re)aprender com os mais novos!! :)

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Quem é amiga quem é?!?! :) Comics time!!!

Descobri este site já há algum tempo e por acaso!! Como sou uma miúda que ADORA comics... pode dizer-se que foi serendipity! Ou ouro sobre azul! (Já agora de onde provém esta expressão de ouro sobre azul?! hummm... Não estão a perceber nada?! Isso também não interessa! :) O que interessa é que... para quem gosta de BD, tiras, comics, cartoons... tem este site fabuloso com actualizações diárias (sim, DIÁRIAS!!!). YEY!

"A'dvirtam-se!" lololol ;)


Tem Calvin & Hobbes, Garfield, Peanuts, Pooch Cafe, Dilbert Classics, Nancy, Rose is Rose.... etc etc etc.






Além disso, o site também tem actualização diária de comics e cartoons editatoriais, muito fixe para explorar... 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

(Também muito) Interessante!

Aproveitando o orgulho no "material" nacional, mais concretamente em portugueses, jovens, de excelência, não podia deixar de falar num cartoonista de que gosto muito. André Carrilho.

Como a maior parte das pessoas também eu passei a dar-lhe mais atenção depois do famoso cartoon que este artista criou por alturas da parafernália em torno do ébola. Uma crítica, e simultâneo convite à reflexão, acerca da desmesurada e exagerada cobertura mediática em torno da doença (e sua possível epidemia e pandemia) por parte dos media europeus (e norte-americanos) sempre que algum "não-africano" surgia infectado. Quando o caos, esse sim estava instalado em África e onde não apenas uma ou duas mas milhares de pessoas estavam infectadas e a morrer.


André Carrilho é reconhecido internacionalmente (colabora com revistas e jornais por todo o mundo) e já recebeu imensos prémios. Venceu recentemente o Grande Prémio do World Press Cartoon.

Penso que um bom cartoonista tem de ser inevitavelmente alguém muito presente e informado, muito observador, caricaturista (claro!), humorista, irónico, inteligente e acima de tudo perspicaz. E tem de conseguir que, através de uma sua perspectiva/interpretação artística e relativamente abstracta da realidade, as outras pessoas reflictam acerca do assunto caricaturado/abordado.

Site oficial: http://www.andrecarrilho.com/

Mais alguns cartoons do artista:


(Este, de Nelson Mandela, também venceu um prémio internacional e feito em parceria com Luis Lázaro)



terça-feira, 21 de julho de 2015

Interessante!

Quem é David Sobral?

É "só" assim um português de excelência que, com apenas 29 anos, astro-físico, investigador científico, descobriu a galáxia mais brilhante do Universo primordial (a que chamaram CR7 - COSMOS e Redshift 7) e estrelas da primeira geração.

notícia aqui.

" Só quando começaram a juntar as peças do puzzle é que os investigadores perceberam que aquilo que tinham descoberto era ainda mais significativo. As estrelas maciças e brilhantes que tinham encontrado (também conhecidas por estrelas de População III) eram as criadoras dos primeiros elementos químicos pesados na história — elementos esses que tornaram possível a formação de estrelas como o Sol, os planetas que o orbitam e a vida tal como a conhecemos."

E li agora esta entrevista dele que simplesmente adorei....


Alguns excertos:
"Às vezes, a religião implica que há coisas que não podemos questionar. Tenho uma visão e uma perspectiva mais pragmática e acredito que tudo pode e deve ser questionado. "

"Uma das principais “doenças” dos cientistas é o “síndrome do impostor”. Só me apercebi disto quando o senti na pele. Basicamente, achamos que tudo o que fazemos está errado então repetimos, procuramos, tentamos melhorar até à exaustão. É mau para nós enquanto pessoas porque nos dá um sentimento de insegurança permanente. Mas, enquanto cientistas, somos mais cautelosos e as descobertas tornam-se mais robustas."

A propósito, acerca do síndrome do impostor... é interessante estudar esse "estado" ou traço de personalidade. O que leva pessoas excepcionais e de sucesso a sentirem que são uma fraude?!. Ver aqui, em oposição ao Dunning–Kruger effect, aqui. Talvez se possam resumir àquilo que já conhecemos mais vulgarmente denominado por complexo de inferioridade e complexo de superioridade, respectivamente.
Nunca tinha era, até ler esta entrevista do David Sobral, pensado no complexo de inferioridade como algo bom e/ou positivo...

"Uma pessoa demasiado restrita numa só área não consegue ver para além dela; é importante ter mundos e interesses diferentes. Quanto mais rica uma pessoa for, mais facilmente vai ser bem sucedida."

"Ensina-se da seguinte maneira “Isto é assim. Fim” em vez de se ensinar “Isto é assim… até alguém provar o contrário”."

" É tão importante ajudar quem está a começar, especialmente quem tem potencial. E quem tem mais potencial normalmente não chama tanto à atenção. Muitas vezes, quem vinga são os mais agressivos ou com maior ego, e são esses que não são os indicados para fazer ciência. Os que duvidam mais deles próprios são aqueles que, no fundo, poderão ser os melhores e os mais surpreendentes."

"Um a das melhores coisas em Astronomia é ensinar-nos uma humildade tremenda."

"O que muda agora com a descoberta da CR7?
Pode mudar muita coisa. A descoberta é fabulosa porque nos mostra que o nosso modelo de como o Universo surgiu está no caminho certo, e permite-nos estudar, pela primeira vez, as estrelas que permitiram a nossa existência. Por outro lado, a descoberta é importante porque esta área era apenas teórica. Existem muitos grupos pelo mundo inteiro que estudam as primeiras estrelas apenas em computadores e papel. Acaba por ser uma área muito confortável para trabalhar porque podiam dizer o que quisessem (risos). Não existiam observações. Agora, vai ficar interessante porque, uma vez havendo observações, esses modelos têm de ser confrontados com o Universo real."

"Qual a importância de questionar a vida e o universo?
É a minha maneira de vida, viver e pensar. E é a única maneira de nos mantermos humildes. Ninguém sabe as respostas de tudo, nunca se pode ter a certeza absoluta de nada. Mas, ao mesmo tempo, faz-nos mexer, avançar e viver."

Que orgulho na matéria cinzenta made in Portugal! :)

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Me gusta!

Richie Campbell - Best Friend

Nicky Jam y Enrique Iglesias El Perdón

Começo logo a sorrir e a dançar. A curtir muito este som bom, muito "verão". :)

domingo, 19 de julho de 2015

Boa semana


O fim-de-semana está quase quase a terminar. Desejo portanto uma boa semana a todos.

Que seja um semana de trabalho, de férias, de avanços e retrocessos, de batalhas internas e desafios reais. Que seja acima de tudo uma semana de vitórias e de paz interior.

Beijinhos

Acoustic to my ears

A forma que mais gosto de ouvir música é acústica, em oposição à electrónica. É tão mais pura, sincera, e limpa.

E depois... adoro James Bay. A sua forma muito própria de ser e estar. :) As letras e músicas. A voz.

E em acústico é divinal.

James Bay - Need The Sun To Break (acoustic) 

James Bay 'Hold Back The River' (Acoustic)

Boudji, em Paris.

Dou imenso valor aos artistas de rua. Porque sem eles (às vezes nem nos apercebemos disso...) as ruas teriam muito menos encanto, menos magia. Admiro o seu espírito de sacrifício e a coragem de exporem a sua arte, mais ou menos afinada ou requintada, assim, a toda a gente e num lugar como a rua. Que tem tanto de cheio como de vazio. Tanto de multidão como de solidão. E onde a crítica é mais directa, e onde se está sujeito à indiferença do outro, que é a pior das críticas!
Em Portugal já lhes dou atenção, e lá fora ainda fico mais sensível a artistas de rua. Porque estou num meio diferente, em ruas por onde circulam pessoas que não conheço de lado nenhum, porque a cultura é diferente, e nesses momentos a arte é um elo de ligação e de viagens interiores.

Em Paris, precisamente há um ano atrás, estávamos a sair do museu Centre du Pompidou e eis que começo a ouvir uma voz e uma melodia que me fizeram transportar a tempos ancestrais. Parte de mim não percebia nada daquelas palavras, outra parte entendia cada sílaba. Uma sensação estranha... 
Era Boudji. Um artista de rua com um vozeirão. E muita melodia nessa mesma voz. Autor e compositor.
Na altura pesquisei sobre ele. É argelino. (A Argélia foi conquistada pela França no século XIX). E muitas das suas músicas são cantadas em kabyle/kabile/cabila, um dialecto berbere argelino. Achei isso interessante.
Isto, por sua vez, fez-me querer saber mais sobre os berberes kabyle....

"The Kabyle are Berbers located in the coastal mountain regions of northern Algeria. The Arabs call this entire region of North Africa "Maghrib." The Maghrib was conquered by the Muslims between 670 and 700. "Berber" comes from an Arabic name for the aboriginal people west and south of Egypt.

The Kabyle live in the rugged, well-watered al-Quabail Mountains. These inaccessible peaks have long served as a refuge for the Berbers, forming a base of resistance against the Romans, Vandals, Byzantine, and Arabs. The mountains, some rising about 7,000 feet, are well watered. However, the landscape remains rugged. Migration is becoming more common among the Berbers, and it is estimated that several million Berbers now live in European cities."


Este tipo de dialectos, que fazem corresponder os territórios aos seus povos africanos originários, antes das conquistas europeias, estão a perder-se. Fruto da História e da evolução dos acontecimentos, como tudo na vida, extinguir-se-ão e passam a ser exotismo ou raridade. Por essa razão é que gostei ainda mais de ouvir Boudji. Porque as suas músicas transportam-me a um passado que sustenta a realidade presente.

Boudji World Music

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Surrealidades do meu dia-a-dia #29

Chegada das compras. Descarrego o carro e estou a abrir a porta de casa quando sou abordada por uma vizinha que vive ali perto. Daquelas a quem já tirei a pinta... é das que levam o tempo todo a espreitar à janela e que tentam saber tudo da vida dos outros. (Por vezes ignorando a sua, mas isso é lá com ela!) E eu devo ser uma ave rara, vulgo exótica, para ela. Deve saber os meus horários e algumas rotinas mas quer saber mais!

Eu carregada com os sacos, já à porta de casa, com a chave da porta na mão.

Ela:
- Olá!! Está boa? Ena vem carregada!
Eu, virando-me para ela:
- Olá boa tarde. Sim, está tudo bem obrigada!

Volto-me novamente para a porta, abro e tento entrar. A senhora/cusca/vizinha mal me deixa levantar a perna para subir o degrau.

Ela:
- Espere, espere lá! Então a menina é casada?
Eu:
(what?!) - Não. Não sou.

Ela:
-Ahhhh.... faz bem! Tem menos problemas à cabeça!
(hipócrita porque a mente dela estava a fazer o seguinte comentário interno naquele preciso momento - "hum eu logo vi. É encalhada...")

Eu: Sorri e despedi-me.
- Adeus, boa tarde. Passe bem.

Ao que ela não me deixando novamente entrar ainda insistiu:
- Pois... então mas e estudou? Tirou algum curso? E já agora trabalha em quê?

Aiiiiii...... rica paciência a minha!!! Então mas esta alcoviteira viu-me aqui carregada de sacos e aproveitou o momento para me fazer um inquérito ou quê?!

Respondi a sua Exa. o seguinte:
- Olhe como já deve ter reparado estou carregada com os sacos, com pressa de entrar em casa, por isso com licença! Boa tarde.
(e vá tomar conta da sua vidinha que da minha sei eu!)

Ela ficou um bocadinho desiludida. parecia que estava a morrer na praia.... Coisa que a mim não me importa em nada! Maldita gente esta que não vive a própria vida para viver a vida dos outros e ainda por cima atrapalhando-os!
Vejam lá se ela ofereceu ajuda para carregar os sacos?! Óbvio que não!


Acho que aquela intromissão foi tipo como os paparazzi fazem às figuras públicas. Um inferno. Num curto espaço de tempo perguntam mil coisas sobre.... assunto interessantíssimo.... a vida privada das pessoas. Ou isso encaixa num qualquer distúrbio de personalidade ou então não sei.... eu não acho isto normal!
Curiosidade é uma coisa, coscuvilhice é outra, bem diferente!

Get a life dude!!

Thinkin' about it.

Mesmo.

Ironic - Alanis Morissette

Se tivesse de escolher palavras para tatuar no corpo, Ironic seria com certeza uma delas... Não que eu seja a ironia em pessoa. Sou às vezes mas não faço muito uso dessa "vertente". 
Já a minha vida, essa sim! A forma como se desenrola tem sempre um elevado(íssimo!) grau de ironia, entre muitas outras coisas, obviamente... 

"Life has a funny way of sneaking up on you
Life has a funny, funny way of helping you out
Helping you out."

terça-feira, 14 de julho de 2015

Surrealidades do meu dia-a-dia #27

Vou ao Posto de Turismo comprar um livro para oferecer. Para os mais curiosos o livro é sobre a Arte Azulejar da região. (Dei uma vista de olhos e de facto pareceu-me muito interessante...)

Durante a manhã já tinha ligado para lá, para saber até que horas estavam abertos, se tinham o livro e qual o preço. Foi-me dito que podia ir até às 18h, que sim tinham o livro e custava 30eur.

Apareço lá por volta das 17h40.

(Só para introduzir o início dos acontecimentos devo referir que quando lá entrei estava um senhor, turista, francês a pedir algumas informações. Apercebi-me que a senhora que o estava a atender estava também (!) ali um bocado enrolada com a fala e não sei se o senhor conseguiu saber o que precisava.... pareceu-me que não. Ora digamos que, para começar, não fiquei assim com muito boa impressão da coisa.... um posto de turismo de uma dada localidade, para todos os efeitos, é a primeira abordagem do turista para com essa localidade. Para além de ser um local onde todas as informações e facilidades sobre a região devem ser dadas de forma clara e apelativa, funciona como imagem da própria localidade para o exterior através dos turistas.)

Chega portanto minha vez de ser atendida. Digo que venho comprar o livro tal. Reparei que na secretária da senhora que me ia atender estava um cigarro enrolado e as chaves do carro. E senti na voz dela, ainda que tentasse ser simpática, uma certa relutância por ter ainda de me atender a mim. Afinal de contas era quase hora de saída (!!!!!grande lata a minha aparecer assim 20 minutos antes das 18h!!!!), ela estava a precisar ir fumar um cigarrinho antes de abalar (coisa que já tinha adiado para atender o tal "franciú"), para depois apanhar as chaves do carro e ir-se embora. Não gosto nada do que vou dizer em seguida porque não gosto de generalizações mas... aquilo tresandava a funcionalismo público no pior sentido que estas duas palavrinhas podem ter na descrição do que alguns (não) fazem ao serviço do Estado.
Avante.

- 'Ahhh não sei se tenho o livro! Tenho de ir ver lá dentro. Espere aqui um bocadinho.' - diz ela. E eu a olhar para um exemplar mesmo atrás da cabeça dela.... okey....

- Sim, faz favor - respondi...

E nisto, antes de ir lá dentro ver se tinha algum exemplar, a senhora pára, vira-se para mim, e num gesto quase teatral a levantar os braços e a acentuar as expressões faciais (abriu muito os olhos e a boca!), assim como a voz, comunica-me o seguinte:

- Vou já avisando que a gente aqui não passa recibo ta bem?! É que o livro não é nosso. A gente vende-o aqui à consignação mas isso dos recibos é com a Agência para a Defesa do Património Cultural. Quer o livro na mesma?

Ora, confesso que eu até nem ia pedir recibo. Nem me lembrava disso! E não achava necessário! O livro é o que a pessoa a quem o vou oferecer quer e sei que não vai precisar trocar ou devolver. Mas achei caricato o facto de um local de venda sob responsabilidade da Câmara Municipal, um organismo público e estatal, fazer uma coisa daquelas. Faz o que eu te digo, não faças o que eu faço, foi o que me lembrei naquela situação. Então mas o Estado anda a obrigar que todas as vendas tenham recibo e sejam portanto declaradas mas depois não faz isso com as próprias vendas e ainda por cima com uma enormíssima leviandade?! Isso é que era bom.. Pois agora quero sim. Quero, preciso, respiro recibos!

- Pois não sei como é que vai fazer mas sim eu quero o recibo se faz favor.- Disse-lhe.

(E já agora, vender à consignação não é argumento para não se passar um recibo. A venda à consignação significa que um artigo é colocado a vender numa dada loja. Se a venda ocorrer, essa loja passa o recibo ao cliente e paga o artigo ao fornecedor. Se a venda não ocorrer o artigo é deolvido ao fornecedor. Basicamente funciona como que uma venda sem compromisso por parte da loja. Acontece nos casos em que o fornecedor/produtor está a testar um produto ou sabe de antemão que pode não conseguir fazer escoar o produto no mercado. A loja faz assim um favor ao fornecedor e claro, se vender o artigo, pode cobrar uma certa margem de lucro, ou não. Isso depende do acordo entre as partes.)

- Então olhe. Pode levar o livro já daqui mas depois ou me dá o seu contacto para eu ver como é que eles (a tal Agência) querem fazer, ou a senhora vai lá à deles (e disse-me onde ficavam os escritórios) ou então então eu dou-lhe o contacto deles. - diz ela.

- Hummm pode dar-me o contacto que eu vejo isso então com a Agência ou tento ir lá se conseguir arranjar um tempinho.- digo eu.

- Ah quer o contacto.... Ta bem. Mas eu não tenho o contacto geral. Eu tenho é um telemóvel. - diz ela.

- Não faz mal. Pode ser o telemóvel. - digo eu.

- Pois... mas este telemóvel é de um amigo meu que trabaha lá... é privado. A senhora não conhece o autor do livro, o Prof. X? - Diz ela.

(what?! Então mas por que raio é que ela me disse se eu queria um contacto que ela não tem?!?!?....Não sei o que é que esta senhora anda a tomar mas não me parece muito apropriado para fazer atendimento ao público!!!) - Respondo: - Ok. Conheço mas só de vista.

- Ah.... é que se o conhecesse devia falar com ele e pedir-lhe o recibo.

(não tou a acreditar nisto... a senhora acha normal vender-me o livro e dizer-me que, quando encontre o autor do livro, lhe peça o recibo!?!?!? Aiiiiiiiiii não sei se ria, não sei se chore. Agora vou puxar mais por ela para ver até onde é que isto vai!....)

- Escute lá. Eu quero o recibo. Tenho de levar o livro já hoje porque é para oferecer o quanto antes. Já percebi que a senhora aqui não me vai passar o recibo por isso... não se preocupe que eu depois vou lá à tal Agência e falo disto com eles e quem sabe.... trago o recibo! - disse-lhe, com um bocadinho de ironia.

- Sim, está bem. Então eu vou ver se tenho ali mais algum exemplar do livro. - disse ela, com um olhar meio confuso.

Lá voltou com (mais) um exemplar do livro. Perguntei-lhe se faziam embrulhos porque era para oferecer. Ainda experimentou se o livro cabia nuns embrulhos que já tinha feitos e que tinham para aí metade do tamanho do livro e constatou que... (tan tan tan tan) o livro não cabia lá. (uhhhhhhhhhhhhhh)
Depois disse-me que tinha de ir buscar mais papel de embrulho lá dentro. Lá foi e voltou com o papel, uma tesoura e fita-cola.
Começou a fazer o embrulho. Não sei se estava nervosa ou se nunca tinha feito um embrulho na vida mas demorou uns bons 10 minutos de volta daquilo. Ora dobrava daqui, mas esticava acolá, depois dava a volta para ver se o papel estava certinho, depois dobrava outra vez. Bem.... eu não me consegui conter e agarrei na fita-cola e disse-lhe que aquilo não era nenhum nariz de santo, fui ajudá-la, ela dobrou e eu coloquei a fita-cola rapidamente para ver se ela despachava aquilo. Estava a dar-me nervos!!

Entretanto perguntei-lhe:
- Então e se a pessoa já tiver o livro e precisar trocar ou devolver? Como não tenho recibo, posso dizer-lhe que venha directamente aqui?

(ai o que eu fui perguntar!!!)

Ela abriu muito a boca como se estivesse a ver uma onda tsunami a vir na sua direcção (sim, a expressão dela era pré-apocalíptica!! lol).

- o quê? Devolver?! Então mas... mas.... isso eu não sei. Mas acho que tem de ir lá à Agência. Eles lá é que tratam disso dos devolutivos. - disse ela.

- Ah ok. Eu depois vou lá então. - respondi. Aquilo não podia estar a acontecer. Percebi que estava no meio de mais uma (das minhas?!) surrealidade(s).

Já eram 18h e ali estávamos nós. A senhora que precisava sair deste seu trabalho altamente stressante e exigente e eu, a chata, que fui lá comprar um livro! :D

Lá lhe passei os 30 eur e agarrei no livro, agora embrulhado, para me vir embora. A rir-me com aquilo tudo.

Ao que... preparem-se....a senhora, no preciso momento em que abri a porta para ir embora, me diz:

- Espere aí!! Não se pode ir embora!! 

- Desculpe?! Mas porquê? - respondi, continuando a agarrar na porta.

- Preciso que me diga o seu nome, morada, telefone e e-mail para eu escrever aqui. - diz ela.

- Mas para que é que quer os meus dados? E se eu não quiser dar? Isso é para quê? - respondi e perguntei.

- Olhe... isto é aqui um caderninho que me disseram que tenho de preencher sempre que vender um desses livros. Isto depois vai lá para a Agência. Acho que é para eles depois lhe enviarem o recibo.

Silêncio. Profundo, e profundamente...cortante! Mais silêncio. Eu fiquei ali a olhar para ela.  Como numa cena em câmara lenta...
Lá respondi:
 - .... (mais um bocadinho de silêncio).... está bem. Eu sou a tal, o meu telefone é tal e o meu e-mail é tal. Obrigada. Boa tarde.

Vim de lá um bocado parva com aquilo tudo. Vinha a rir-me sozinha. Continuo sem saber por que "carga de água" (devia ser do tal tsunami imaginário, só pode!... lolololololol) é que a senhora me fez aquele filme todo sobre o recibo quando afinal ela já tem indicação para recolher os dados das pessoas que compram o livro para depios lhe ser enviado o dito cujo, sim o recibo!

Concluo, (ou repito)...: Não sei o que é que aquela senhora anda a fumar/tomar mas não me parece lá muito indicado para fazer atendimento ao público. 

!!!
(será que estas coisas só acontecem comigo? Será que só eu é que vejo estas coisas? será que nada se passou assim e eu é que interpretei tudo ao contrário e quem anda a fumar/tomar coisa esquisitas sou eu?
Acho que nunca vou saber. Portanto continuo a relatar estas minhas aparentes e efectivas surrealidades...)

Boa semana


Uma boa semana para todos!

Com silêncios ensurdecedores e ruídos muito pouco ou nada esclarecedores.
Sejamos portanto aquilo que mais importa... observadores.

Beijinhos.

I Origins

I Origins fala de uma descoberta científica que reforça a crença de que existe algo a que comummente chamamos de espiritualidade, e que envolve termos como alma, conexão, ligação, unicidade, e que... comummente também estamos a habituados a questionar e a duvidar. Mas porque é que ciência e espiritualidade têm de separar-se? Porquê o tabu em assumir que juntas explicam muito mais facilmente as coisas?! Somos ensinados a acreditar somente em factos científicos. Mas talvez até mesmos esses provenham da fonte da qual se tentam, ineficaz e estupidamente, distanciar.
Não podem ser só os factos científicos a questionar a espiritualidade. A espiritualidade também pode questionar a ciência.

O não palpável existe e sente-se. O não visível vê-se, através de um olhar especial sobre as coisas. E sim, há qualquer coisa de muito grande e muito bonita que explica cada detalhe das nossas vidas. Cada acontecimento, cada encontro e cada desencontro.
Tudo tem um significado.
Eu acredito nisso. Sempre acreditei.
E regozijo verificar que a ciência.... qual bom filho que à casa retorna... está a levar-nos de volta à origem. A um centro de tudo, através do centro de nós próprios.
Essa viagem pode ainda ser uma miragem, através da sétima arte... mas a abertura de espírito que pressupõe é a porta que se está, aos poucos, a abrir... :)

(um aparte... um dos maiores cientistas e cosmólogos do nosso tempo e cujo trabalho eu admiro muito, Stephen Hawking, que tenta explicar desde sempre como foi criado o universo, veio corajosamente admitir perante a comunidade científica e não científica a nível mundial "Seria necessário recorrer à religião e à mão de Deus para determinar o modo como o universo começou". Isto é algo muitíssimo significativo. Uma das mentes mais brilhantes e inteligentes da actualidade está a dizer-nos que sim... há algo superior e imaterial que está subjacente a todas as coisas. Incluindo as pessoas que se acham incrédulas..
Já falei sobre isto... aqui.)

Recomendo não apenas o filme mas principalmente reflectir sobre a mensagem que tenta transmitir.


E a principal mensagem:

"What would you do if something spiritual disproved your cientifics beliefs?!"


Am i going to have to live with this child forever?!
She died the very next moment.
Seven years later he finally had the chance to say goodbye.
Goodbye.

terça-feira, 7 de julho de 2015

It.


Guessing that you, that you. You won´t discover (it),
That you... that you´re so (not) different than me.
An so. So on. We might be made for eachother,
But you, oh you. You just don´t see (it).

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Bom fim-de-semana


Fofuras...

tenham um bom fim-de-semana sim?!?! Esforcem-se por isso. Arrisquem. E se der o caso... petisquem!! ;) 

Beijinhos!

Surrealidades do meu dia-a-dia #26

Qual a probabilidade de, no momento exacto em que vocês estão a fazer marcha atrás para tirar o carro do estacionamento aparecer, no lado direito, uma menina que resolve parar o respectivo veículo exactamente atrás do meu (e sim.... o parque estava cheio de lugares livres...) impossibilitando-me de curvar para esse lado e simultaneamente no outro lado aparecer um velhote a travessar a rua (que eu não vi por causa do ângulo morto) do lado esquerdo?!?! E do velhote vos dar uma valente cajadada (sim... ele tinha uma bengala ou um cajado é como lhe quiserem chamar!!) no carro como que a "EI!! PSSST! EU TOU AQUI ATRÁS!! NÃO ME ATROPELE FAZ FAVOR!!". 

Duas pertinentes perguntas:

1 - Se eu já estava a fazer marcha atrás porque é que a alminha daquela menina resolveu parar o seu carro mesmo atrás do meu? e...

2 - Volto a referir... Se eu JÁ estava a fazer marcha atrás por que raio é que aquele velhote resolveu cortar a rua e atravessar mesmo atrás do meu carro?!?!?!?!

Tipo.... só a mim!!

No final ainda tive de pedir desculpa ao velhote depois de ter levado com a bengala do senhor no carro e ainda tive de gramar a menina do outro carro a abanar a cabeça como que a condenar que eu quase tenha atropelado o senhor velhote... (por causa dela mas creio que ela nem se apercebeu!).

Oh my oh my....