quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Kind of... Candle of... Love



Cherry Candles - Portugal 2010

Um dia um dos lados disse ao outro lado:

"Sabes... para além de Castelos, Gelados de Morango, Água, e Silêncio... entre outros... há qualquer coisa que gosto ainda mais.
E acima de tudo isso sabes o que é que eu gosto mais do que de ti?
... Do centro da força mais poderosa do Universo!!"

Um enigma a decifrar com aquilo que as velas estão a formar.
(LU2!)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Divagação


A Teia - Portugal 2008

Há quem não arrisque em jogos de azar por não acreditar na sorte...

Há quem não acredite no acaso e acredite em coincidências..

Há quem se ache determinado e outros há que determinar...


Sorte, azar, risco, acaso, coincidência e determinismo dariam uma discussão com "pano para mangas".

Mas o que venho dizer hoje não passa de um pensamento que emergiu na banalidade e automaticidade do trânsito matinal. Dei comigo a travar de repente para evitar um embate... consegui fazê-lo e comecei a divagar. O que será mais fácil? Viver a pensar que as coisas acontecem meramente por acaso, ou cada ínfimo pormenor do nosso dia-a-dia terá um significado. Aqui já nem coloco em questão a questão (!) do determinismo porque sinceramente de pouco ou nada vale saber se os acontecimentos são livres ou influenciados por acontecimentos anteriores e pelo meio que os envolve. Isso não interessa simplesmente porque as coisas acontecem e pronto. Embora para quem não goste de responsabilidades seja mais conveniente acreditar que o "destino está marcado"!!.... Enfim, mas o que me importa é saber distinguir o grau de intensidade e significado, o que devemos aprender desses acontecimentos e como os deveremos encarar. O que fazemos com toda essa informação? Será simplesmente para observar, registar e apagar?

Pensem em actos banais... como o despachar e sair de casa de manhã a caminho do trabalho...teria sido por acaso que saímos às tantas e x e não ás tantas e y? Segundos bastam de diferença para, ao sair de casa, "apanhar" outra realidade na rua. Já alguma vez se perguntaram sobre isso? Porque os acontecimentos estão a renovar-se constante e instântaneamente, num ciclo infinito. As pessoas que encontramos, o que assistimos, o que ouvimos, o que vemos e sentimos nesse momento fazem parte de um puzzle que no segundo a seguir já está incompleto. Temos então esse período de tempo para apreender o que está à nossa volta, o que está a acontecer e transformar ou processar esses dados em informação útil. Para que mais existem e acontecem as coisas se não para nos ensinarem? Importa acima de tudo aprender e transmitir esse conhecimento ao nosso redor.

Gosto de acreditar que o que nos acontece implica algo mais do que apenas o seu impacto superficial. Assim tem muito mais piada (e por vezes mais dores de cabeça também...) tentar decifrar aparentes enigmas e clarear um pouco a nossa perspectiva das coisas. De facto, desde o sítio por onde caminhamos, as pessoas que encontramos, os desafios que se nos vão deparando, como nos apercebemos e reagimos a isso, quando tomamos decisões...

Onde. Quem. O quê. Como. Quando.

Mas... e porquê?!