Avançar para o conteúdo principal

E o gato Malandro... já está assim!


Passados cerca de 6 meses Sua Excelência o Gato Malandro já está deste tamanho, continua muito curioso, mal me vê abrir uma gaveta ou armário atira-se logo lá para dentro, segue-me o tempo todo de tal forma juntinho às pernas que muitas vezes dou-lhe pisadelas porque simplesmente não o vejo (!!), já sobe para cima das coisas sem grandes medos, adora ver água mas senti-la no pêlo "ta quieto", gosta de morder sem força e atirar-se para cima de nós só para brincar, mal me apanha sentada vem logo para o meu colo aninhar-se, de manhã bem cedo mia como se não houvesse amanhã a chamar por mim, gosta de brincar ao toca e foge..., e pronto.... às vezes também leva no focinhito quando faz marotices a mais :). Fora isso é uma grande companhia num pequeno corpo, já faz parte da minha casa e esta não tem sentido sem ele. Outro dia sonhei que o tinha perdido, não sabia dele nem onde procurá-lo. Acordei assustada... percebi que já me apeguei a esta criatura de tal forma que sinto medo de perdê-lo. Assim como sinto medo de perder tantas outras coisas que tanto gosto. Acerca dessas outras coisas, tomo por vezes decisões que provocam esse tão temido afastamento, mas essas decisões, que acarretam um risco elevado, são conscientes e visam um melhoramento e um assegurar que o que é especial tem de ser mantido assim. Não deve deixar-se exposto ao desgaste nem ao seu esmorecimento. Por isso se tratam de decisões de grande risco... porque comportam em si um grande investimento.

miau, diz o malandro! ;)

Comentários

João Bento disse…
Está lindo, grande eeeeeee... Muitooo matreiro!=P.
José Luís disse…
Já está grandinho o Malandro :) Beijinhos

Mensagens populares deste blogue

Évora - Portugal 2007 Vai uma lengalenga? Anani Ananão. Saltas tu e eu não. Pássaro ou avião? Fico eu e tu, não.

Leituras - "Equador"

de Miguel Sousa Tavares. 2003. Acho que, até à data, este deve ter sido o livro que li (ou absorvi...) mais rapidamente. Desde a primeira página até à última página prendeu-me e dele não me consigui libertar até terminar. Por variadas, e talvez algumas até inconscientes, razões. Porque estive recentemente no país sobre o qual a história recai - São Tomé e Príncipe. Porque consegui ligar cada detalhe descritivo aos sítios concretos por onde também passei. Porque percebi e senti a história. E por tudo o resto de um conjunto de pontas soltas e aparentes coincidências que aqui se ligaram. Mais não será preciso dizer para concluir que gostei bastante. "Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de...