Avançar para o conteúdo principal

As redes sociais estão a cumprir o seu papel, afinal de contas são isso mesmo: redes! Que nos apanham em cardume e aos milhões. É certo que têm algumas vantagens e utilizações positivas, embora pontuais, e que apenas se justificam pelo facto de vivermos num mundo tão dependente do meio virtual. 
Já não se trata apenas de realidade virtual. A virtualidade é que já é real...
As vantagens que as redes sociais e os milhões de utilizadores que estas têm só são efectivamente vantagens pelo facto da maior parte das pessoas viver agarrada ao computador e à Internet. Se assim não fosse as empresas não teriam qualquer interesse em apostar na venda de produtos online e em publicidade. Portanto o problema não é as redes sociais e a Internet e a solidão consequente existirem. O problema é o nosso grau de adição a este tipo de coisas. É o gostarmos demasiado do cómodo e fácil. E é também o não querermos pensar muito...
Não concordam?

Vejam também aqui (no blog do meu amigo Zé Luís) um vídeo e palavras muito interessantes sobre o assunto.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Évora - Portugal 2007 Vai uma lengalenga? Anani Ananão. Saltas tu e eu não. Pássaro ou avião? Fico eu e tu, não.

Leituras - "Equador"

de Miguel Sousa Tavares. 2003. Acho que, até à data, este deve ter sido o livro que li (ou absorvi...) mais rapidamente. Desde a primeira página até à última página prendeu-me e dele não me consigui libertar até terminar. Por variadas, e talvez algumas até inconscientes, razões. Porque estive recentemente no país sobre o qual a história recai - São Tomé e Príncipe. Porque consegui ligar cada detalhe descritivo aos sítios concretos por onde também passei. Porque percebi e senti a história. E por tudo o resto de um conjunto de pontas soltas e aparentes coincidências que aqui se ligaram. Mais não será preciso dizer para concluir que gostei bastante. "Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de...