Avançar para o conteúdo principal

Pois é...


Pois... eu sempre fui desta opinião e continuo a achar que resolveria grande parte dos "problemas" pessoais, profissionais, regionais, nacionais e até mundiais!!!
Não sei se sou eu que não gosto de "levar nada para casa" nem perder tempo a matutar nas coisas e por isso digo logo o que tenho a dizer no momento, mas sinto que a maior parte das pessoas, não só não o faz como eu (que talvez seja um bocadinho extremista às vezes, confesso) como antes evitam. Preferem não falar, não partilharem o que pensam, de quem pensam. Ora isso leva a mal-entendidos, a relações perturbadas e condenadas, e acima de tudo alimenta muita da hipocrisia e falsidade que caracterizam o nosso dia-a-dia. Para quê? Isso é algo tão vazio. E a vida é tão curta para perdermos tempo da nossa vida com isso!

É tão mais fácil falar abertamente. A sério, experimentem. Para além de ser libertador... é óptimo para consolidar posições, é o melhor meio de resolver conflitos (embora pareça que se começa por criar um...), portanto basicamente é como um investimento que fazemos para a nossa felicidade. E dos outros! É um win-to-win!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Évora - Portugal 2007 Vai uma lengalenga? Anani Ananão. Saltas tu e eu não. Pássaro ou avião? Fico eu e tu, não.

Leituras - "Equador"

de Miguel Sousa Tavares. 2003. Acho que, até à data, este deve ter sido o livro que li (ou absorvi...) mais rapidamente. Desde a primeira página até à última página prendeu-me e dele não me consigui libertar até terminar. Por variadas, e talvez algumas até inconscientes, razões. Porque estive recentemente no país sobre o qual a história recai - São Tomé e Príncipe. Porque consegui ligar cada detalhe descritivo aos sítios concretos por onde também passei. Porque percebi e senti a história. E por tudo o resto de um conjunto de pontas soltas e aparentes coincidências que aqui se ligaram. Mais não será preciso dizer para concluir que gostei bastante. "Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de...